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Trabalhos destacados
Autores: João Vitor Venceslau de Almeida,Suzanne Cristina Sousa Pereyra,Matheus Lau Damasceno
Autores: Iris Moreira da Silva, Eduarda Martins Avancini, Carolina Lourenço Vailant, Viviana Borges Corte
Autores: Dayane Machado, Giselle Soares Menezes Silva, Alexandre Fioravante de Siqueira, Leda Gitahy
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Palavras-chave: Divulgação Científica; Refúgio; Linguagem; Narrativa; Agência
Autores: Marina Lee Colbachini

Este artigo analisa uma experiência de comunicação científica baseada em trocas epistolares entre jovens refugiados da República Democrática do Congo e estudantes do Ensino Médio brasileiro. A partir de um corpus composto por cartas em três momentos — escrita inicial dos congoleses, resposta dos brasileiros e réplica dos congoleses — investiga-se a linguagem como prática de construção de vínculos, elaboração da experiência e imaginação de futuro. Ancorado na análise do discurso e em autores como Michel Foucault, Michel Pêcheux, Achille Mbembe e Paulo Freire, o estudo evidencia a agência dos sujeitos refugiados não apenas como narradores, mas como interlocutores ativos que escutam, interpretam e produzem conhecimento. A dinâmica epistolar revela a emergência de um espaço relacional que desloca a comunicação científica de uma lógica representacional para uma lógica dialógica. Como contribuição, o artigo propõe reconhecer o Sul global como centro de produção de saberes e a escuta como prática epistemológica.

Palavras-chave: crise ambiental, divulgação científica, poluição luminosa
Autores: Tania Dominici,Isis Rosa Nobile Diniz

A rede Céus Estrelados do Brasil busca reunir pessoas que se preocupam com a poluição luminosa no território nacional. Neste trabalho, apresentamos os desafios para a construção da rede e o trabalho de divulgação científica sobre o tema.

Palavras-chave: Realidade Aumentada
Sandbox
Divulgação Geocientífica
Aprendizagem Interativa
Autores: Maiza Moreira Ribeiro Martarole,Andrea Sander,Patrícia Duringer Jacques,Juliana Maceira Moraes,Cimara Francisca Monteiro

A Augmented Reality Sandbox (AR Sandbox), ou caixa de areia de realidade aumentada, é uma ferramenta interativa de baixo custo que combina areia física com projeções topográficas em tempo real, possibilitando a visualização de conceitos geocientíficos de forma lúdica. Este artigo relata a experiência de uso da sandbox em atividades de divulgação geocientífica realizadas no Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), na cidade de Porto Velho, Rondônia, região Norte do país, com estudantes e professores. A pesquisa quali-quantitativa aplicou questionários a 170 participantes, avaliando perfil, engajamento, percepção de aprendizado e opinião sobre a ferramenta. Os resultados indicam alta receptividade: 72,4% classificou a sandbox como incrível e muito interessante, e 77,1% avaliou a visita como excelente. Discute-se a ferramenta como estratégia de mediação geocientífica situada no contexto do Sul Global, em que instituições públicas de ciência cumprem papel central na democratização do acesso ao conhecimento, conectando saberes técnicos à realidade ambiental e territorial da Amazônia.

Palavras-chave: teoria e prática; profissionalização; comunicação pública da ciência
Autores: Graciele Almeida de Oliveira

O capítulo articula reflexões sobre teoria e prática na divulgação científica, discutindo tensões entre produção acadêmica, comunicação pública e atuação profissional. Analisa a divulgação científica como campo interdisciplinar, situado entre ciência, educação e comunicação, e problematiza sua marginalização institucional. O texto enfatiza a necessidade de formação específica, reconhecimento profissional e superação do voluntarismo, defendendo a integração da divulgação científica às atividades acadêmicas, extensionistas e sociais como prática estruturante da produção de conhecimento.

Palavras-chave: Desinformação
Produção Audiovisual
Periódicos Científicos

Autores: Clara Rosa Guimarães

A desinformação e a infodemia impõem desafios crescentes à circulação de conhecimento científico nos ambientes digitais, convocando periódicos científicos a ampliarem seu papel para além da comunicação entre pares. Este trabalho configura-se como um relato de experiência da produção audiovisual de Cadernos de Saúde Pública (CSP), revista científica internacional de acesso aberto que, desde 2018, atua firmemente na divulgação científica. A partir do levantamento de dados quantitativos e qualitativos das iniciativas desenvolvidas, como CSPCast e os programas Entrevista com Autores e Apresentação dos Autores, e da aplicação da matriz SWOT como ferramenta analítica, o estudo examina as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças dessa experiência. Os resultados evidenciam que as iniciativas acumularam mais de 20 mil visualizações no YouTube e aproximadamente 5 mil reproduções nos agregadores de áudio, com participação diversificada em termos de gênero e afiliação institucional, embora persistam lacunas geográficas relevantes, sobretudo nas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. Conclui-se que periódicos científicos podem e devem ocupar os espaços digitais de forma qualificada e intencional, mas esse movimento exige profissionalização crescente, compromisso com a acessibilidade e estratégias para superar as assimetrias de alcance que ainda limitam a divulgação da produção científica produzida fora do eixo Sul-Sudeste.

Palavras-chave: Divulgação Científica; Plano de Comunicação; LIDE; Bioanalítica
Autores: Erica Mariosa Moreira Carneiro, Cyntia Vasconcelos de Almeida, Mayara de Carvalho Santos, Ana Arnt, Gildo Girotto Junior

Este relato de experiência descreve e analisa a construção da área de Divulgação Científica do INCTBIO, com foco na elaboração e implementação de seu Plano de Comunicação. Fundamentado na metodologia do LIDE, o plano organiza as estratégias comunicacionais a partir de perguntas estruturantes, permitindo alinhar objetivos institucionais, públicos e conteúdos. A análise evidencia que, diante da estrutura em rede do instituto, a permanência das ações comunicacionais exige a ampliação da participação dos pesquisadores na produção de conteúdos. Nesse contexto, a formação em Divulgação Científica é incorporada como estratégia estruturante, visando instrumentalizar os pesquisadores para atuarem de forma autônoma e alinhada às diretrizes institucionais. A proposta formativa articula fundamentos teóricos, práticas de escrita e de produção audiovisual, permitindo que diferentes núcleos desenvolvam ações adaptadas às suas especificidades. Tal abordagem contribui para ampliar o alcance, a diversidade e a capilaridade da comunicação científica, especialmente em contextos marcados por desigualdades estruturais, como na América Latina. O estudo propõe, assim, um modelo integrado entre planejamento comunicacional e formação passível de adaptação por outros núcleos de pesquisa interessados em institucionalizar práticas de Divulgação Científica.

Palavras-chave: Aceitacionismo; Negacionismo; Comunicação científica
Autores: SIMONE ALVES DE CARVALHO

Este resumo expandido de um ensaio trata sobre como a sociedade aceita ou rejeita medicamentos ainda em fase de estudos ou mesmo sem resultados comprovados, com base em “achismos” ou em um “wishful thinking”, em uma esperança vã de uma cura milagrosa para doenças graves. A sociedade aceita supostas soluções sem comprovação científica robusta, um fenômeno social, comportamental e comunicacional que deve ser analisado, inclusive com o objetivo de aprimorar a divulgação científica para o público leigo e potencial consumidor destes produtos. Os três elementos mencionados no título receberam grande visibilidade como supostas alternativas terapêuticas contra o câncer, como uma solução para a pandemia de Covid-19 e como uma cura para a lesão medular aguda. A comparação destes casos permite a reflexão sobre mídia, esperança, política e ciência, em sua intersecção com a sociedade. A conclusão é que o aceitacionismo deve ser analisado e contraposto ao negacionismo, outro conceito que dificulta que a divulgação científica alcance resultados mais efetivos.

Palavras-chave: divulgação científica, Extensão e Cultura., Mulheres na Ciência
Autores: Evelyn Christiny Marques Prais,Ananery Lopes Ribeiro,Ana Paula Perini,Brenda Batalini Rodrigues,Lucio Pereita Neves,Monique França e Silva

Desde 2018 o projeto Meninas da Física faz atividades de extensão e divulgação científica, por meio de minicursos, palestras e conteúdos nas redes sociais; semeando a ciência e refutando Fake News na internet.

Palavras-chave: agenciamentos sociotécnicos, plataforma, sciencevlogs Brasil
Autores: Guilherme de Paula Pires,Myrian del Vecchio Lima

Esse relato de pesquisa, fruto de tese em elaboração, tem por objetivo refletir sobre a prática da DC em ambientes de plataforma e discutir as potencialidades e limitações desse fenômeno. Para isso, olhamos para o coletivo ScienceVlogs Brasil.

Palavras-chave: Oficina de divulgação científica. Workshop de divulgação científica. Media training. Jornalismo científico. AmazonFACE
Autores: Letícia Naísa

O presente artigo busca relatar as experiências de formação de cientistas do programa AmazonFACE, uma iniciativa do MCTI (Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação) coordenada pelo Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), em cooperação internacional com o governo britânico por meio do FCDO (Ministério das Relações Exteriores, Commonwealth e Desenvolvimento) e implementado pelo MetOffice, o serviço de meteorologia britânico. As oficinas foram ministradas de forma presencial e online com o objetivo de oferecer ferramentas aos pesquisadores para dar entrevistas a jornalistas profissionais e entender o funcionamento e modo de produção do jornalismo científico profissional.

Palavras-chave: Divulgação científica. Instagram. Mundaréu.
Autores: Vanessa Lourenço De Souza,Fernanda Mariath,Daniela Tonelli Manica

O Mundaréu é um podcast de divulgação científica sobre antropologia e possui uma conta no Instagram (@mundareupodcast) para divulgar os episódios produzidos e as atividades realizadas com o público. Neste trabalho foram analisadas as métricas de crescimento da conta do Mundaréu disponibilizadas pelo Instagram do período de 31 de maio de 2023 a 25 de maio de 2024. Verificou-se um aumento de seguidores do gênero feminino entre 25 e 34 anos. O alcance na plataforma neste mesmo período também aumentou, porém o engajamento diminuiu.

Palavras-chave: Educação ambiental. Cultura oceânica. Divulgação científica. Atividades lúdicas. Mar à Vista!.
Autores: Luana Carolina de Almeida Santos, Tiago Peres, Maria Villanova, Ana Cláudia Malhado

A iniciativa “Mar à Vista!”, oriunda da Pesquisa Ecológica de Longa Duração Costa dos Corais em Alagoas, busca impulsionar a educação ambiental e a cultura oceânica entre crianças. Utilizando uma estratégia didática divertida e lúdica, o projeto conscientiza sobre a relevância de proteger os ecossistemas marinhos, através de um rico conjunto de atividades que incluem livros de atividades de divulgação científica e produção audiovisual, com 25 animações e 25 músicas produzidas até agora. O projeto, que já atingiu 18 mil visualizações e recebeu 5 premiações por suas soluções para problemas marinhos, realizou mais de 20 atividades presenciais, sensibilizando cerca de 1000 crianças. Complementando o aprendizado, materiais didáticos como cartilhas e músicas são oferecidos, destacando ainda a cultura local. O “Mar à Vista!” é um projeto que visa preencher o déficit de conhecimento sobre a cultura oceânica, reforçando a conscientização ambiental.

Palavras-chave: ciência e sociedade, cultura científica, divulgação científica
Autores: Flávio da Costa Gonçalves

Com a proposta de apresentar e de discutir a cultura científica, o ccult.org é um projeto de divulgação científica no ar desde 2019 que produz materiais em língua portuguesa sobre a prática científica e o ensino de ciências e relação entre a ciência e a sociedade.

Palavras-chave: Divulgação científica. Educação. Educação Interdisciplinar. Ciência e arte.
Autores: Gabriela Maia Fernandes,Thalita de Oliveira Carneiro,Júlia Quintaneiro Mota,Joyce Pereira de Morais,Henrique Castro Barbosa

A interação entre ciência e arte, conhecida como “CienciArte,” representa uma área emergente de estudo e práticas interdisciplinares. No projeto Potencial Biótico, essa interface entre ciência, arte e educação é explorada, ressaltando a importância da divulgação científica para a compreensão pública da ciência. Formado por uma equipe multidisciplinar, o projeto busca integrar essas áreas por meio de atividades que tornam o conhecimento científico acessível e envolvente. Desde 2022, diversas iniciativas têm sido desenvolvidas, como a oficina de “Cordéis como ferramenta de ensino e divulgação científica”, exposições artísticas e a aula “Ciência e Arte: integradas para a construção do conhecimento”, todas evidenciandoo uso da criatividade para enriquecer a divulgação científica. Destaca-se a “Feira Interativa Conversando com Ciência” e a “Sala Sensorial” de ciência e arte, que ocorreram durante nosso evento anual DC Educa, e que contribuíram para uma comunicação científica mais envolvente, dinâmica e inclusiva. Assim como a reformulação do podcast PBCast para integrar arte e ciência, que mudou completamente nossa percepção de arte. A evolução dessas ações tem demonstrado um impacto significativo na forma como a ciência é percebida e valorizada pela comunidade, fortalecendo a conexão afetiva e multidisciplinar entre os participantes e a ciência.

Palavras-chave: divulgação científica, intertextualidade, narrativas audiovisuais
Autores: Ana Beatriz Camargo Tuma

Nesta pesquisa, investigamos como os cientistas youtubers estão promovendo cruzamentos intertextuais entre arte e ciência em suas narrativas audiovisuais em canais do Science Vlogs Brasil e quais são as percepções dos internautas sobre isso.

Palavras-chave: Redes Sociais
Impercepção Botânica
Engajamento

Autores: Cristiam Marins Marques Campos,Ana Angélica Monteiro de Barros

A impercepção botânica apresenta um desafio para a valorização da biodiversidade vegetal e é potencializada pelo distanciamento entre a produção científica e o público geral. Nesse contexto, as redes sociais emergem como ferramentas relevantes para combater esse fenômeno. O presente trabalho rem como objetivo relatar a experiência de produção e publicação de conteúdos botânicos na rede social Instagram, a partir da comparação entre um perfil pessoal e um perfil institucional. A análise foi fundamentada nos dados disponibilizados pela ferramenta Insights, considerando métricas de alcance, interações e crescimento de seguidores. Os resultados indicam crescimento expressivo em ambos os perfis, com destaque para o perfil pessoal, que apresentou maior alcance e engajamento, enquanto o institucional demonstrou crescimento proporcional mais elevado. Observou-se que estratégias baseadas personalização da comunicação e parcerias entre perfis potencializam as publicações. Conclui-se que o Instagram se configura como uma ferramenta relevante para a divulgação científica, contribuindo para a sensibilização ambiental nos ambientes digitais.

Palavras-chave: Popularização científica, Meios de comunicação, Internet, Youtube, Análise Netnográfica
Autores: Jade Cristine Soares, Maria Rita Avanzi

A chegada da internet trouxe uma nova forma de veiculação de informações científicas e tecnológicas por meio de sites, blogs e mídias sociais. Esses meios de comunicação podem aproximar o público leigo da comunidade acadêmica, mas eles estão cada vez mais vulneráveis à disseminação de notícias e informações falsas. Esta pesquisa procurou investigar potencialidades e fragilidades da divulgação científica realizada em redes sociais para comunicar assuntos de ciências da natureza para estudantes de Ensino Médio do Distrito Federal e Entorno, por meio de questionários e pesquisa netnográfica. Os estudantes mostraram simpatizar com assuntos relacionados às ciências da natureza, sendo os temas de maior interesse: novas descobertas na ciência, corpo humano e saúde, meio ambiente e ecologia. Os meios de comunicação mais utilizados foram o Youtube, Instagram e a televisão. Mesmo os canais do Youtube mais consumidos serem geralmente conduzidos por especialistas, alguns perfis não explicitam as referências utilizadas para a produção do conteúdo, o que pode interferir na formalização do discurso e legitimação dos conceitos. Apesar de suas fragilidades, a divulgação científica em redes sociais pode ser uma ferramenta efetiva, não só para transmitir conhecimentos científicos, mas também como forma de democratização desse conhecimento, utilizando de diferentes temas e abordagens.

Palavras-chave: Divulgação Científica.
Música e Ciência.
Mudanças Climáticas.

Autores: Tania Dominici,Bartolomeu Vaz Mendes,Antonio Miguel Vieira Monteiro,Wandeclayt Melo

Em 2025, na expectativa pela realização da COP30, em Belém, propusemos reformular um projeto originalmente desenvolvido para a COP26 (2021). Naquela ocasião, cientistas, programadores, músicos e compositores trabalharam em conjunto para fazer uma “atualização” nas Quatro Estações de Vivaldi considerando a situação do planeta em 2050 em relação às mudanças climáticas se nada começar a ser feito imediatamente. Neste texto, discutimos as múltiplas possibilidades de conexão entre música e ciência. Apresentamos também a experiência de produzir um concerto confrontando a obra original de Vivaldi com a versão alterada com base em dados científicos, na expectativa de emocionar e mobilizar a sociedade sobre a crise ambiental a partir de uma abordagem multissensorial.

Palavras-chave: Astronomia, Educação em Astronomia, Extensão universitária.
Autores: Roberta Chiesa Bartelmebs,Maria Milena Tegon Figueira

Apresentamos neste relato as ações desenvolvidas no âmbito do projeto de extensão Astropop, da Universidade Federal do Paraná. Apontamos as ações que possuem pontos em comum com a área da divulgação científica para o público em geral.

Palavras-chave: Ensino de Ciências, Divulgação Científica, Diversidade, Representatividade
Autores: Caio Ricardo Faiad, Daiane Mendes de Barros, Luciene Fernanda Da Silva, Anderson Ricardo Carlos, Caian Cremasco Receputi

Pode-se considerar a divulgação científica como um instrumento para construção democrática, uma vez que uma de suas atribuições é popularizar os saberes e valores de ciência e democracia. Contudo, a ciência moderna é forjada na noção de poder europeu sobre o mundo na forma de homens cisgêneros, heterossexuais e brancos. Portanto, devemos nos perguntar se há democracia na divulgação científica quando dissemina essa disputa de poder, cuja marca é o apagamento de grupos e sujeitos marginalizados (negras(os), mulheres, povos indígenas). Criada pelos discentes do PIEC-USP em um contexto de enfrentamento às pautas reacionárias no Ministério da Educação do governo Bolsonaro, a Revista BALBÚRDIA se preocupa com a divulgação da cultura científica, mais especificamente, relacionada à Educação e ao Ensino de Ciências, realizada de forma intrínseca a pautas políticas progressistas. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é lançar um olhar autoavaliativo para desvelar a representatividade de raça e gênero na BALBÚRDIA – Revista de Divulgação Científica dos Discentes do PIEC-USP. Como conclusão do trabalho, temos que o universo do PIEC-USP ecoa na BALBÚRDIA e explica o sucesso na representatividade de gênero e a limitação na representatividade racial de negros(as).