Cinco cadeiras, cinco mesas, cinco cientistas e um sonho: que todo brasileiro converse pelo menos um cientista. Com essa proposta, o Pergunte a um(a) cientista tem a intuito de levar os cientistas pra rua e colocá-los frente a frente com qualquer pessoa que queira saber mais de ciência.
A Divulgação Científica é uma atividade que pode contribuir para a disseminação das Ciências para diferentes públicos, dentre eles estudantes de graduação em biologia. Uma das ferramentas que possibilitam a realização da comunicação pública das Ciências são os blogs. Diante disso, este trabalho tem como objetivo identificar os principais elementos do projeto Box da Bio que podem contribuir para a promoção da Divulgação Científica entre graduandos em Ciências Biológicas. Para isso adotamos como metodologia a análise descritiva, em um estudo de caso. A partir de nossa análise identificamos os principais elementos que podem favorecer a disseminação do conhecimento científico, sendo eles: produções textuais, audiovisuais e jogos. Percebemos que o Box da Bio usou como estratégia a pluralidade de elementos na tentativa de alcançar seu público alvo. Tal pluralidade amplia as possibilidades para o desenvolvimento da Divulgação Científica.
O projeto “Mar à Vista!” promove a educação ambiental e a conscientização sobre a cultura oceânica, especialmente entre crianças. Recentemente, o projeto desenvolveu um evento de destaque: promover uma experiência cinematográfica para crianças da rede pública do interior de Alagoas, residentes na Costa dos Corais, região central de suas atividades. Esta iniciativa visou proporcionar uma experiência única de aprendizado e entretenimento, trazendo o universo marinho para a tela grande. O evento incluiu a exibição de um filme produzido pelo projeto , retratando as maravilhas e desafios dos ecossistemas costeiros, de maneira lúdica e de fácil entendimento para as crianças. Além disso, os participantes puderam desfrutar de atividades complementares, como debates interativos, gincana e distribuição do material gráfico do projeto. Essa iniciativa fortaleceu a conscientização ambiental, valorizou a cultura local e promoveu a sensibilização para questões voltadas à cultura oceânica, criando um impacto positivo e duradouro nos municípios que participaram da ação.
O presente trabalho analisa o alcance da Divulgação Científica realizada pelo projeto de extensão “Meninas e Mulheres nas Ciências”, da Universidade Federal do Paraná, na rede social Instagram.
Este relato destaca as iniciativas de divulgação científica realizadas no Observatório Dietrich Schiel, durante o período de 2022 e 2023, principalmente enquanto houve diversas restrições de ocupação do Observatório, devido às políticas sanitárias do campus durante a pandemia da COVID-19. Destaca-se seu impacto social e sua experiência como extensão universitária. Além disso, discute o importante papel dessas atividades em aproximar sociedade e universidade através da divulgação de astronomia.
O presente estudo tem como objetivo desenvolver materiais didáticos táteis que possam ser replicados em escolas, com foco na astronomia cultural dos povos indígenas brasileiros Tupi-Guarani. Para alcançar esse objetivo, utilizamos materiais acessíveis e de baixo custo, visando proporcionar uma experiência educacional inclusiva e enriquecedora. Os materiais produzidos incluem cartazes com constelações em alto relevo, empregando diversas texturas para representar os diferentes elementos: tecidos para animais, penas para aves e miçangas para estrelas. A metodologia envolveu a seleção cuidadosa de materiais para garantir a representatividade cultural e a acessibilidade, permitindo que pessoas cegas e com baixa visão possam explorar e aprender sobre as constelações indígenas. Os resultados deste estudo indicam que o material desenvolvido não só facilita a compreensão e a apreciação da astronomia cultural indígena, mas também promove a inclusão, a criatividade e a sensibilidade artística. O guia elaborado para os professores detalha como replicar esta atividade em sala de aula, garantindo que o conhecimento das constelações indígenas seja acessível a um público mais amplo e diversificado.
Historicamente a participação feminina na ciência foi invisibilizada. Nesse sentido, surge a necessidade de propor práticas que divulguem e valorizem o protagonismo das mulheres na ciência, como propõe a oficina que será aqui apresentada.
A metodologia de gamificação possui a propriedade de transformar o ambiente de aprendizado, incentivando a participação ativa e o desenvolvimento de habilidades críticas. Visando promover o engajamento no ensino de saúde entre estudantes da rede pública de Vitória-ES, organizamos o “I Torneio Gamificado – Epidemia: Operação Capixaba”. Este projeto extensionista utilizou o jogo “Epidemia: Operação Capixaba”, desenvolvido pelos laboratórios BioInov@Tec e LaDiJ da Universidade Federal do Espírito Santo. Participaram deste trabalho, 45 estudantes do 7º ano, com idades entre 12 e 15 anos, divididos em equipes temáticas. O jogo consiste em um jogo de tabuleiro cooperativo, representado pelo mapa do Estado do Espírito Santo, onde os jogadores escolhem personagens com habilidades únicas para desenvolver curas e controlar 4 doenças que assolam o estado. Os participantes foram submetidos ao formulário MEEGA-KIDS e foi possível concluir que o torneio foi eficaz na educação em saúde pública, com 100% dos participantes considerando o jogo divertido e 83,5% entendendo seus objetivos educacionais, demonstrando que “Epidemia: Operação Capixaba” é um potente catalisador para a aprendizagem colaborativa.
Implementação de um programa transmidiático de divulgação das ciências polares e suas relações com as mudanças climáticas. Foram criados diferentes materiais para a divulgação e educação científica, como vídeos, podcasts, jogos, livros etc.
Este trabalho discute o potencial de participação do cidadão na produção de conteúdos em um cenário de desinformação. O objeto empírico é a ação Pergunte aos Cientistas, da Agência Escola UFPR, que busca aproximar sociedade e ciência.
Teorias da conspiração podem causar danos reais à sociedade e seus impactos podem ser ainda mais drásticos em circunstâncias de crise, como a pandemia de Covid-19. O trabalho investiga uma amostra de 198 vídeos produzidos por 21 canais brasileiros do YouTube previamente identificados como disseminadores de teorias da conspiração sobre a pandemia. A análise de conteúdo foi adotada como metodologia, utilizando os elementos do lead jornalístico como categorias. As principais teorias encontradas foram “Nova Ordem Mundial”, “Plandemia”, “Big Pharma”, “Perseguição a Bolsonaro” e “Marxismo Cultural”. Denominações ocultas, como “sistema” e “elite”, personalidades, mídia, governo e cientistas destacaram-se como atores. Entre os mecanismos citados nos vídeos sobressaem-se tecnologias como inteligência artificial e 5G e as vacinas contra a Covid-19. A maioria dos canais da amostra permanece ativa, apesar de as políticas de combate à desinformação sobre a Covid-19 terem sido implementadas há três anos pela plataforma. É preciso compreender a dinâmica das teorias da conspiração que circulam em plataformas amplamente utilizadas pela população brasileira para a identificação e o desenvolvimento de abordagens adequadas. Desse modo, o estudo demonstra estratégias consideradas efetivas para a mitigação desse problema e sugere possíveis recortes para futuras pesquisas.
A presente pesquisa visa analisar o impacto da produção da Exposição Cientistas Brasileiras: 90 anos de Niède Guidon na percepção dos estudantes da equipe sobre representatividade de gênero na divulgação científica. A pesquisa utiliza uma abordagem quali-quantitativa, combinando análise qualitativa de estudo de caso com investigação causal comparativa quantitativa. A coleta de dados foi realizada por meio de um formulário online com perguntas fechadas e abertas. Os resultados da pesquisa revelaram que, antes da exposição, a maioria dos participantes tinha um conhecimento prévio limitado sobre as cientistas homenageadas. Após a realização do projeto, observou-se um aumento no reconhecimento dessas cientistas. Além disso, os participantes destacaram a importância da representatividade feminina na divulgação científica e reconheceram a necessidade de projetos como esse.
Esse relato de pesquisa, fruto de tese em elaboração, tem por objetivo refletir sobre a prática da DC em ambientes de plataforma e discutir as potencialidades e limitações desse fenômeno. Para isso, olhamos para o coletivo ScienceVlogs Brasil.
O presente artigo busca relatar as experiências de formação de cientistas do programa AmazonFACE, uma iniciativa do MCTI (Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação) coordenada pelo Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) e pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), em cooperação internacional com o governo britânico por meio do FCDO (Ministério das Relações Exteriores, Commonwealth e Desenvolvimento) e implementado pelo MetOffice, o serviço de meteorologia britânico. As oficinas foram ministradas de forma presencial e online com o objetivo de oferecer ferramentas aos pesquisadores para dar entrevistas a jornalistas profissionais e entender o funcionamento e modo de produção do jornalismo científico profissional.
O Mundaréu é um podcast de divulgação científica sobre antropologia e possui uma conta no Instagram (@mundareupodcast) para divulgar os episódios produzidos e as atividades realizadas com o público. Neste trabalho foram analisadas as métricas de crescimento da conta do Mundaréu disponibilizadas pelo Instagram do período de 31 de maio de 2023 a 25 de maio de 2024. Verificou-se um aumento de seguidores do gênero feminino entre 25 e 34 anos. O alcance na plataforma neste mesmo período também aumentou, porém o engajamento diminuiu.
A iniciativa “Mar à Vista!”, oriunda da Pesquisa Ecológica de Longa Duração Costa dos Corais em Alagoas, busca impulsionar a educação ambiental e a cultura oceânica entre crianças. Utilizando uma estratégia didática divertida e lúdica, o projeto conscientiza sobre a relevância de proteger os ecossistemas marinhos, através de um rico conjunto de atividades que incluem livros de atividades de divulgação científica e produção audiovisual, com 25 animações e 25 músicas produzidas até agora. O projeto, que já atingiu 18 mil visualizações e recebeu 5 premiações por suas soluções para problemas marinhos, realizou mais de 20 atividades presenciais, sensibilizando cerca de 1000 crianças. Complementando o aprendizado, materiais didáticos como cartilhas e músicas são oferecidos, destacando ainda a cultura local. O “Mar à Vista!” é um projeto que visa preencher o déficit de conhecimento sobre a cultura oceânica, reforçando a conscientização ambiental.
Com a proposta de apresentar e de discutir a cultura científica, o ccult.org é um projeto de divulgação científica no ar desde 2019 que produz materiais em língua portuguesa sobre a prática científica e o ensino de ciências e relação entre a ciência e a sociedade.
A interação entre ciência e arte, conhecida como “CienciArte,” representa uma área emergente de estudo e práticas interdisciplinares. No projeto Potencial Biótico, essa interface entre ciência, arte e educação é explorada, ressaltando a importância da divulgação científica para a compreensão pública da ciência. Formado por uma equipe multidisciplinar, o projeto busca integrar essas áreas por meio de atividades que tornam o conhecimento científico acessível e envolvente. Desde 2022, diversas iniciativas têm sido desenvolvidas, como a oficina de “Cordéis como ferramenta de ensino e divulgação científica”, exposições artísticas e a aula “Ciência e Arte: integradas para a construção do conhecimento”, todas evidenciandoo uso da criatividade para enriquecer a divulgação científica. Destaca-se a “Feira Interativa Conversando com Ciência” e a “Sala Sensorial” de ciência e arte, que ocorreram durante nosso evento anual DC Educa, e que contribuíram para uma comunicação científica mais envolvente, dinâmica e inclusiva. Assim como a reformulação do podcast PBCast para integrar arte e ciência, que mudou completamente nossa percepção de arte. A evolução dessas ações tem demonstrado um impacto significativo na forma como a ciência é percebida e valorizada pela comunidade, fortalecendo a conexão afetiva e multidisciplinar entre os participantes e a ciência.
Nesta pesquisa, investigamos como os cientistas youtubers estão promovendo cruzamentos intertextuais entre arte e ciência em suas narrativas audiovisuais em canais do Science Vlogs Brasil e quais são as percepções dos internautas sobre isso.
A chegada da internet trouxe uma nova forma de veiculação de informações científicas e tecnológicas por meio de sites, blogs e mídias sociais. Esses meios de comunicação podem aproximar o público leigo da comunidade acadêmica, mas eles estão cada vez mais vulneráveis à disseminação de notícias e informações falsas. Esta pesquisa procurou investigar potencialidades e fragilidades da divulgação científica realizada em redes sociais para comunicar assuntos de ciências da natureza para estudantes de Ensino Médio do Distrito Federal e Entorno, por meio de questionários e pesquisa netnográfica. Os estudantes mostraram simpatizar com assuntos relacionados às ciências da natureza, sendo os temas de maior interesse: novas descobertas na ciência, corpo humano e saúde, meio ambiente e ecologia. Os meios de comunicação mais utilizados foram o Youtube, Instagram e a televisão. Mesmo os canais do Youtube mais consumidos serem geralmente conduzidos por especialistas, alguns perfis não explicitam as referências utilizadas para a produção do conteúdo, o que pode interferir na formalização do discurso e legitimação dos conceitos. Apesar de suas fragilidades, a divulgação científica em redes sociais pode ser uma ferramenta efetiva, não só para transmitir conhecimentos científicos, mas também como forma de democratização desse conhecimento, utilizando de diferentes temas e abordagens.
Apresentamos neste relato as ações desenvolvidas no âmbito do projeto de extensão Astropop, da Universidade Federal do Paraná. Apontamos as ações que possuem pontos em comum com a área da divulgação científica para o público em geral.
Pode-se considerar a divulgação científica como um instrumento para construção democrática, uma vez que uma de suas atribuições é popularizar os saberes e valores de ciência e democracia. Contudo, a ciência moderna é forjada na noção de poder europeu sobre o mundo na forma de homens cisgêneros, heterossexuais e brancos. Portanto, devemos nos perguntar se há democracia na divulgação científica quando dissemina essa disputa de poder, cuja marca é o apagamento de grupos e sujeitos marginalizados (negras(os), mulheres, povos indígenas). Criada pelos discentes do PIEC-USP em um contexto de enfrentamento às pautas reacionárias no Ministério da Educação do governo Bolsonaro, a Revista BALBÚRDIA se preocupa com a divulgação da cultura científica, mais especificamente, relacionada à Educação e ao Ensino de Ciências, realizada de forma intrínseca a pautas políticas progressistas. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é lançar um olhar autoavaliativo para desvelar a representatividade de raça e gênero na BALBÚRDIA – Revista de Divulgação Científica dos Discentes do PIEC-USP. Como conclusão do trabalho, temos que o universo do PIEC-USP ecoa na BALBÚRDIA e explica o sucesso na representatividade de gênero e a limitação na representatividade racial de negros(as).
O bando de teatro científico “Siriema”, do IBB/UNESP, surgiu com o intuito de divulgar ciência através das artes cênicas, buscando com esta abordagem, humanizar os pesquisadores e ampliar o interesse da população pela temática científica.
Criada em 2015, a plataforma Bate-Papo com Netuno tem o objetivo de desenvolver um canal de comunicação virtual para popularizar as Ciências do Mar e fomentar debates científicos entre não-especialistas, além de discutir questões de gênero.
O Biodiversidade em Foco é um projeto que visa estimular a divulgação científica por meio do Twitter. Através de períodos de curadoria, é possível reduzir o trabalho necessário para que pesquisadores possam divulgar a sua pesquisa.
Neste relato apresentamos os aspectos teórico-práticos para a concepção, produção e realização do programa radiofônico de divulgação científica BioTechNews, veiculado pela Rádio Uniara FM, situada na cidade de Araraquara/SP.
O Boletim Anti Covid-19 da Unesp Rio Claro tem sido publicado semanalmente nos últimos dois anos para esclarecer questões da pandemia do SarsCov2 para a comunidade universitária e local. Artigos de opinião e culturais foram incluídos.
A Divulgação Científica é uma atividade que pode contribuir para a disseminação das Ciências para diferentes públicos, dentre eles estudantes de graduação em biologia. Uma das ferramentas que possibilitam a realização da comunicação pública das Ciências são os blogs. Diante disso, este trabalho tem como objetivo identificar os principais elementos do projeto Box da Bio que podem contribuir para a promoção da Divulgação Científica entre graduandos em Ciências Biológicas. Para isso adotamos como metodologia a análise descritiva, em um estudo de caso. A partir de nossa análise identificamos os principais elementos que podem favorecer a disseminação do conhecimento científico, sendo eles: produções textuais, audiovisuais e jogos. Percebemos que o Box da Bio usou como estratégia a pluralidade de elementos na tentativa de alcançar seu público alvo. Tal pluralidade amplia as possibilidades para o desenvolvimento da Divulgação Científica.
A história por trás da vida dos cientistas é bastante desconhecida dos estudantes e educadores e nem sempre parece ser interessante, divertida ou cheia de aventuras, debates e discussões. Por isso, a companhia de teatro Ciência Encenada utiliza a linguagem teatral para popularização e divulgação da ciência narrando de forma criativa, inovadora e atraente a vida destes atores da ciência de forma que estimule o público a quebrar estereótipos e ampliar o interesse pela temática científica. Através da contação de histórias, a companhia apresenta a dimensão pessoal de cientistas: um pouco de sua infância, como decidiram se tornar cientistas; a dimensão científica-tecnológica com seus instrumentos de trabalho e descobertas na ciência e a dimensão sociológica sobre os impactos e validação de suas ideias e descobertas.
O Grupo de Trabalho 2, no II Encontro Brasileiro de Divulgadores de Ciência em 2023, discutiu a organização e estruturação de campanhas temáticas científicas e sociais em redes sociais. A partir de experiências anteriores, foram abordados tópicos desde a idealização teórica e interdisciplinar, até a estruturação de datas, palavras-chave, hashtags e participação de coletivos e personalidades, dentro de uma mesma identidade visual e de linguagem das propostas. Como finalização do grupo de trabalho, organizou-se uma proposta de campanha, com vídeos e postagens temáticas, dentro do escopo das mudanças climáticas e tragédias ambientais, buscando retomar a memória dos eventos e vinculá-los às ações de prevenção, cuidado e responsabilidade social.
O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados do estudo de recepção realizado com o público escolar e espontâneo da peça A vida de Galileu, de Bertolt Brecht, encenada no Museu da Vida/Fiocruz entre 2016 e 2018.
No Brasil, há um progressivo aumento na vinculação de temas relacionados à ciência, que passaram a ganhar grande espaço na Internet, em diversas formas, como perfis de redes sociais, jogos eletrônicos e educativos. No contexto atual, fica claro o papel das Universidades na promoção da divulgação científica, tanto levando o conhecimento científico para a sociedade, quanto formando alunos que possam realizar essa atividade de forma crítica e verdadeira. Diante disso, o objetivo deste projeto é auxiliar na disseminação da ciência na sociedade por meio das redes sociais e também contribuir com a formação de alunos de graduação de Ciências Biológicas na área de divulgação científica por meio do desenvolvimento do projeto Ciência à Deriva (CD). Tal projeto foi criado em 2021 e, atualmente possui 11 integrantes em sua equipe, sendo estudantes de graduação, recém-graduados, pós-graduandos, uma pós-doutoranda e 2 professores coordenadores de universidade pública. O CD utiliza as plataformas de mídias sociais, como Instagram, Spotify e YouTube como ferramentas para a divulgação de conteúdos relacionados à Ciência, Saúde, Sustentabilidade, Meio Ambiente e Carreira, na forma de podcast, vídeos e texto.