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Trabalhos destacados
Autores: Luana Carolina de Almeida Santos,Maria Villanova,Anna Karoline Azevedo Farias,Ana Cláudia Malhado
Autores: Sâmela Da Silva Santos,Larissa Zanetti Alves,Kaique Taylor Gripa dos Santos,Márcia Regina Holanda da Cunha,Priscilla Maria Cardoso Garone
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Palavras-chave: ciência, empreendedorismo, inovação
Autores: Talita Fontoura Alves,Zina Angélica Cáceres Benavides,Soraia Vanessa Matarazzo,Diego R. de Santana,Carla Souza Rocha,Thaise Porto

O #nossauesc é um perfil de Instagram que divulga e populariza as atividades técnico-científicas da UESC nas diversas áreas do conhecimento. Criado em 20019 permanece em constante processo de avaliação e ajustes a fim cumprir o seu propósito.

Palavras-chave: Percepção ambiental. Antotipia. Herbário. Ecologia.
Autores: Ana Regina de Oliveira Hungaro,Paula Schimidt Guolo,Adriana Pugliese

Existe uma superioridade no ensino de temas na área de Biologia, e alguns se mantém preteridos, como a Botânica. A chamada “impercepção botânica” atenta-se para a falta de interesse/curiosidade das pessoas – em especial dos estudantes – em relação as plantas, além de “denunciar” falhas no ensino da temática. Neste trabalho, descrevemos quatro iniciativas pedagógicas desenvolvidas com jovens do Ensino Fundamental e Ensino Médio ao longo das aulas de Biologia de uma escola na região metropolitana de São Paulo. Ao trazer aspectos das Artes e da divulgação científica para o ensino botânico, indo ao encontro de uma literatura ainda incipiente que demonstra a eficácia de possibilidades pedagógicas como essas, defendemos que tais estratégias podem despertar maior atenção, maior capacidade de retenção de conceitos e maior contato com a natureza, indo além da memorização de termos. Acreditamos, também, que esse pode ser o pontapé para o desenvolvimento de atividades em que os cidadãos sejam partícipes ativos na construção do conhecimento, de forma a democratizar o acesso e a participação pública à/na ciência.

Palavras-chave: Comunicação pública da ciência, Comunicação estratégica, Desenvolvimento sustentável
Autores: Bárbara Bastos de Lima Duque, Carolina Pires Araújo

O compromisso social e a capacidade de resolver problemas é inerente à razão de existir das universidades, reforçando a indissociabilidade do tripé ensino, pesquisa e extensão. Como instituições estratégicas para as nações, elas contribuem para o êxito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela ONU. Considerar o desenvolvimento científico e tecnológico sem a inclusão da sociedade no debate constitui um erro com consequências irreversíveis. Apresentamos um estudo de caso sobre a Universidade Federal de Juiz de Fora, com discussões e reflexões sobre mobilização e estratégias de comunicação para reforçar o papel e a contribuição das universidades para o desenvolvimento sustentável. A iniciativa intersetorial de estruturação dos ODS tem engajado a comunidade científica para alinhar suas pesquisas às metas estabelecidas. Os resultados já aparecem em rankings, mas ainda é preciso avançar para estabelecer uma rede articulada de comunicação pública da ciência. Fica visível a relevância do setor de comunicação institucional para a promoção do engajamento da comunidade acadêmica quanto aos ODS: tanto realizando uma divulgação capaz de articular diversas instâncias para que os esforços se convertam em resultados; quanto com práticas inovadoras de comunicação, que incorpore os ODS em suas dimensões teóricas e práticas.

Palavras-chave: Sirius, Comunicação institucional, Divulgação Científica, Pesquisa Científica Brasileira
Autores: Luciana Noronha Cintra de Oliveira

Nesta fala de hoje, apresentarei a comunicação e divulgação científica do Sirius, o acelerador de partículas de última geração desenvolvido no Brasil, sua importância para diversas áreas de pesquisa e os desafios de comunicação enfrentados durante seu desenvolvimento. Também discutirei o papel da comunicação institucional nas instituições de pesquisa, sua influência nas políticas públicas de ciência e tecnologia, e a necessidade de promover o diálogo entre ciência e sociedade.

Palavras-chave: geociências, divulgação científica, ilustração, produção gráfica e personagem.
Autores: Eliane Cristina Godoy Moreira,Andrea Sander,Adriana Dantas Medeiros,Mariana Villas Boas

O Serviço Geológico do Brasil, através de uma parceria entre o programa institucional SGBeduca e o Departamento de Hidrologia (DEHID), desenvolveu o livro “Mundo Água – Pesquisa Animada”. Apresentamos neste trabalho o processo de criação da personagem principal a Amana, uma molécula d’água que percorre o ciclo hidrológico em cenários que exploram o desenvolvimento de alguns conceitos básicos de uma pesquisa científica. Neste processo de desenvolvimento e criação o desafio foi a combinação harmônica entre arte e ciência de modo a instigar a curiosidade e levar conhecimento sobre água e pesquisa ao público infantil.

Palavras-chave: Divulgação científica
Comunicação científica
Engajamento Comunitário

Autores: Juliana Santos Silveira De Almeida,Luiz Fernando Cristiano Ferreira da Silva

O trabalho relata a experiência do Projeto Paraopeba, do World Mosquito Program (WMP) Brasil, que utiliza a comunicação como estratégia de divulgação científica do Método Wolbachia em municípios atingidos pelo rompimento das barragens em Brumadinho (MG). Com base em abordagens territorializadas e participativas, as ações são orientadas por pesquisas de base e organizadas em eixos que priorizam informação acessível, escuta e diálogo. A aplicação em Brumadinho demonstra que o uso de canais de confiança e a adaptação às realidades locais contribuem para a compreensão e aceitação do método, evidenciando o papel da comunicação na implementação de tecnologias em saúde.

Palavras-chave: Teatro no contexto de divulgação científica. Artista-mediador. Ciência em Cena. Museu da Vida Fiocruz.
Autores: Felippe Fonseca Da Silva Serra

Este artigo apresenta um relato de experiência da prática teatral em um museu de ciências. Para isto, introduz um espetáculo em foco e o lócus da experiência: a peça É o fim da picada!, criada e apresentada no âmbito do Ciência em Cena, setor do Museu da Vida Fiocruz (Rio de Janeiro). O desenho metodológico compreende análise de discurso em entrevistas semiestruturadas feitas a artistas-mediadores envolvidos no processo de criação e performance. O objetivo é demonstrar o caráter formativo de mediadores pela prática do Teatro no contexto de divulgação científica, uma ação essencialmente dialógica e engajadora.

Palavras-chave: divulgação científica na rede; público e linguagem; atuação em rede
Autores: Érica Mariosa Moreira Carneiro

O capítulo discute a divulgação científica na rede a partir da compreensão de que o ponto de partida deve ser o público, considerando que a linguagem muda dependendo do público e do veículo. Analisa a internet como espaço estratégico para circulação de informação científica e destaca a importância da divulgação científica em rede, baseada em trocas, colaborações e fortalecimento coletivo entre divulgadores. O texto reflete sobre práticas, limites e potencialidades do ambiente digital, encerrando com informações finais que reforçam a necessidade de profissionalização, abertura ao coletivo e atuação em rede para ampliar alcance e impacto social.

Palavras-chave: Divulgação Científica, Redes Sociais, Pandemia, Desinformação.
Autores: Alexandre Borin

Com a declaração da pandemia de COVID-19 no começo de 2020 provocada por um coronavírus recém-descoberto, a necessidade de comunicar para o público sobre a virologia e a pesquisa envolvida nessa emergência de saúde urgia frente a disseminação de notícias falsas e informações equivocadas. No começo do período de isolamento social, canais de divulgação científica começaram a convidar cientistas envolvidos na pesquisa com o SARS-CoV-2 para dialogar com seu público. A adequação de conteúdo e linguagem era importante, e deveria ser pensada na veiculação da informação, no público-alvo do canal, e nos recursos disponíveis para disseminação da informação. Neste relato de caso, apresento minha experiência desde o primeiro convite do “podcast Bugbites”, até a minha alocação como escritor para o Blogs de Ciência da UNICAMP no Especial COVID-19.

Palavras-chave: Educação Científica. Espaços não formais. Cultura Científica. Popularização da Ciência. Divulgação científica.
Autores: Laura Darif Turra,Marcelo Valério

Entendendo a divulgação científica (DC) e o Ensino não formal (EnF) como práticas que objetivam alcançar a alfabetização científica e tecnológica (ACT), nos debruçamos a compreender aspectos das pesquisas em DC/EnF que são publicadas em anais de encontros nacionais da área de Ensino de Ciências. Com objetivo de mapear e caracterizar essa produção, este trabalho possui ênfase na análise das terminologias que os autores utilizam para definir a DC/EnF, na distribuição dessa produção entre as diferentes regiões e instituições e nos referenciais que são utilizados para embasar as discussões. Os resultados apontam que o termo DC é o mais utilizado, em um volume muito maior que suas variações; a produção se concentra majoritariamente no sudeste, a partir do CEFET/RJ e na UFRJ; e o referencial mais utilizado para embasar as produções científicas provém da equipe de pesquisa chefiada pela doutora Martha Marandino.

Palavras-chave: alfabetização científica, Desinformação, Educação em Ciências
Autores: Victoria Emília Gomes Martins,Tiago Venturi

A divulgação científica se tornou abundante nas redes sociais, especialmente durante a pandemia. Motivo pelo qual, este estudo analisa as divulgações científicas nas mídias sociais e suas contribuições para a Educação em Saúde.

Palavras-chave: Divulgação científica. Licenciatura. Currículo.
Autores: Viviane Demetrio do Nascimento,Elaine Ferreira Machado,Jaqueline de Morais Costa,Thais Luisa Deschamps Moreira

À medida que a sociedade continua a incorporar elementos tecnológicos e científicos em todos os âmbitos de seu funcionamento, a educação científica torna-se fator essencial para o efetivo exercício da cidadania. Nesse sentido, discentes de cursos de licenciatura apresentam um papel social importante, na medida em que tanto são responsáveis pela educação formal quanto são muitas vezes convocados a atuar em atividades de divulgação científica e em ambientes de educação não formal. Por isso, este trabalho teve como objetivo mapear a presença do tema da divulgação científica nos currículos de cursos de licenciatura em ciências biológicas de universidades públicas brasileiras. Apresentamos, como tendências gerais, a vinculação da divulgação científica à extensão e abordagens mais ligadas à prática que à reflexão teórica.

Palavras-chave: Ciências, Ensino investigativo, universidade-escola.
Autores: Olga Maria Schimidt Ritter,Marcia Borin da Cunha,Bruna Merlo de Assumpção,Camila da Silva Rodrigues,Maysa Ainá de Oliveira Detz

o Projeto COMQUÍMICA das crianças tem como um dos seus objetivos desenvolver oficinas investigativas com crianças em idade escolar. Neste sentido, por meio das oficinas divulgamos a ciência para o público infantil.

Palavras-chave: alerta hidrológico, Geociências, mudanças climáticas
Autores: Janis Linda Loureiro Morais,Andrea Sander

A comunicação dos Sistemas de Alerta Hidrológico tem levado informações hidrológicas para imprensa e sociedade, pautando a importância das geociências para prevenir os impactos de eventos extremos e para o debate sobre mudanças climáticas.

Palavras-chave: letramento científico, produção de conteúdo, Redes Sociais
Autores: Natallie Reikdal Cervieri,Júlia Zerlotini,João Bosco Verçosa,Rafaela Campos De Souza

O Hey Ciência é um programa de divulgação científica com foco em desenvolvimento do letramento científico e produção de materiais educacionais gratuitos alinhados à BNCC para professores de Ciências da Natureza, incluindo videoaulas, atividades e planos de aula.

Palavras-chave: Podcast. Divulgação Científica. Desinformação.
Autores: Alu Laurindo Vieira, Letícia Sayuri Kurihara, Érica Mariosa Moreira Carneiro, Gildo Girotto Junior.

O rádio está presente na sociedade há muitos anos e é um dos meios de comunicação mais difundidos. Os podcasts surgem com elementos dos programas de rádio, baseando-se na transmissão online e assíncrona. O Brasil está entre os países que mais escutam podcasts no mundo. O interesse nos programas varia de formato e assunto. Os podcasts sobre ciência se encontram entre os mais reproduzidos pelos brasileiros. O presente trabalho discorre sobre a trajetória do podcast do projeto de divulgação científica chamado Sala V. O projeto se inicia em 2020 em meio a pandemia de COVID-19 e tem por objetivo fazer divulgação científica em diferentes plataformas. O podcast é o produto em áudio desse projeto. Os episódios trazem sempre especialistas para tratar do tema abordado e tem por objetivo complementar os materiais textuais e em vídeo produzidos no mesmo projeto. Ao longo do projeto, o podcast passa por mudança em seu formato e equipe, mantendo sempre o objetivo de aprofundar o tema abordado nos materiais do projeto.

Palavras-chave: Divulgação Científica na Rua. Divulgação científica presencial. Pergunte Cientista. Ciência Acessível. Via saber.
Autores: Renan Vinicius de Araújo, Lilian Soja.

Cinco cadeiras, cinco mesas, cinco cientistas e um sonho: que todo brasileiro converse pelo menos um cientista. Com essa proposta, o Pergunte a um(a) cientista tem a intuito de levar os cientistas pra rua e colocá-los frente a frente com qualquer pessoa que queira saber mais de ciência.

Palavras-chave: Extensão Universitária
Divulgação cientifica
Ensino de Ciências

Autores: ANA CLAUDIA PEREIRA MOREIRA,Isabela Vieira dos Santos Mendonça,Carla Ivone Cardoso Fernandes,Grazielle Amaral Castro

O presente trabalho relata a experiência de um projeto de extensão universitária na licenciatura em Ciências Biológicas do Instituto Federal do Maranhão com crianças entre 8 e 12 anos em contexto de vulnerabilidade social, desenvolvido em uma comunidade. A proposta teve como objetivo promover a aproximação entre universidade e sociedade por meio da divulgação científica em linguagem acessível. A metodologia baseou-se em encontros semanais de agosto a dezembro de 2025, estruturados com atividades teóricas e práticas, incluindo dinâmicas, experimentos, jogos educativos e uso de recursos audiovisuais. Os encontros abordaram temas associados às áreas ambientais e de saúde, buscando estimular o interesse científico e a participação ativa das crianças. Os resultados evidenciaram maior engajamento das crianças, além do fortalecimento da aprendizagem em ciências. Para os extensionistas, a experiência contribuiu para a formação docente, fortalecendo competências como comunicação, planejamento e mediação do conhecimento. Conclui-se que a extensão universitária desempenha papel fundamental na divulgação científica, ao democratizar o acesso ao conhecimento e promover aprendizagem significativa tanto para a comunidade quanto para os estudantes envolvidos.

Palavras-chave: alfabetização científica, formação de divulgadores, grade curricular
Autores: Luciana Ardenghi Fusinatto,Luisa Resende Manna,Elizabete Captivo Lourenco,Luciana de Moraes Costa,Helena de Godoy Bergallo

Neste trabalho relatamos nossa experiência de criação da disciplina de Divulgação Científica no PPG em Ecologia e Evolução da UERJ e incentivamos a inclusão de disciplinas semelhantes nas grades curriculares de outros cursos pelo Brasil.

Palavras-chave: Teatro Científico
Arte-Ciência
Teatro Infantil
Ciclo das Águas
Águas-Vivas
Autores: Jocemar de Quadros Chagas,João Victor Serafim,Izabela Jacomel Piegat,LEILA INÊS FOLLMANN FREIRE

Neste trabalho apresentamos aspectos relativos a uma peça infantil no âmbito do teatro científico, modalidade que mescla técnicas do teatro e o rigor da ciência em prol da divulgação científica. A temática principal da peça é o ciclo das águas, permeado pelas alterações decorrentes da ação humana sobre o meio ambiente. O objeto de análise é uma cena que aborda a incidência de águas-vivas no litoral do Paraná. Apresentamos: o grupo de teatro responsável pela encenação da peça; a peça infantil; motivações para a criação da cena; o texto da cena; uma análise da cena; e uma análise da reação das crianças ao assistirem à cena. Além de refletir um dos problemas enfrentados pelos veranistas nos últimos verões, a incidência de águas-vivas, a cena também expõe a produção e descarte irregular de lixo, a disseminação de microplásticos nas águas e suas consequências na vida marinha. As conclusões apontam para: o conhecimento prévio do perigo do contato com águas-vivas, mesmo por crianças que moram distante do mar; e a percepção de que, embora as crianças demonstrem internalização do conceito de “jogar o lixo fora”, não há a percepção de que, em um sentido mais amplo de meio ambiente, não há “fora”.