Encontro Brasileiro de Divulgadores de Ciências

Programação Completa

| 10h30

A divulgação científica em rede e na rede

Ementa

A internet tem se mostrado um espaço importante para a divulgação de ciências. Iniciativas têm se juntado em redes para se fortalecerem como comunidade. Exemplos são: O ScienceVlogs, o #AstroThreadBR e o Todos Pelas Vacinas. Como podemos aproveitar melhor este espaço?
▸ Aline Ghilardi (UFRN)
▸ Caroline Nascimento (Army Help The Planet)
▸ Luana Maciel Fonseca (Army Help The Planet)
▸ Marina Monteiro (Dragões de Garagem)

A Divulgação Científica, o Furar Bolhas e a Desinformação

Ementa

A desinformação não é questão recente para a comunicação. Mas nos últimos anos têm ganhado espaço e financiamento, com estratégias que tornam difícil seu combate, dentro do espaço democrático. Como podemos seguir atuando e que estratégias usar para combater a desinformação?
▸ Dayane Machado (DPCT/Unicamp)
▸ Andre L. Souza
▸ Cesar Augusto Gomes (Prof. Estadual Campinas; Blogs de Ciência da Unicamp, PECIM/Unicamp)
| 16h30

A teoria e a prática na divulgação científica

Ementa

Muita pesquisa é feita sobre a divulgação de ciências, avaliação de materiais, alcance, interesse do público pelas ciências, os discursos adotados e diversos outros temas. Mas pouca coisa desta produção chega aos divulgadores. Como podemos aliar teoria e prática?
▸ Germana Barata (Labjor/UNICAMP)
▸ Yurij Castelfranchi (UFMG)
▸ Carla Almeida (Fiocruz)
| 14h30 – 15/11/24 (sexta), 11h30 – 16/11/24 (sábado) e 9h -17/11/24 (domingo)

Aprenda a transformar ideias em Projetos Culturais para os Editais das Leis de Incentivo à Cultura e à Arte

Ementa

A oficina pretende dar uma introdução básica à elaboração de projetos que abrangem ciência, arte e cultura. Não somente, mas também atender uma demanda de mercado, que não tem o hábito no desenvolvimento de projetos científicos-culturais, pela falta de conhecimentos.
▸ Natália Amarinho Nunes

Arte e Ciência na Infância

Ementa

A aproximação arte e ciência traz possibilidades de integração de saberes sociais, científicos e artísticos que atuam na formação de sujeitos desde a infância, das diferentes culturas brasileiras. De que forma estes campos podem se articular para mudanças significativas na formação de infâncias contemporâneas brasileiras?
▸ Andreza Delgado (Portal PerifaCon; Gamer Perifa; Copa das Favelas)
▸ Mirna Anaquiri (artista visual; curadora e diretora)
▸ Helio Ziskind (Compositor)
| 15h30 – 08/09/23 (sexta) e 11h30 – 09/09/23 (sábado)

Campanhas temáticas: como propor e executar?

Ementa

Um dos pilares da divulgação científica é o trabalho trans e multidisciplinar, envolvendo profissionais de diferentes áreas para fazer um trabalho que possa impactar o maior número de pessoas de forma efetiva. Este GT irá trazer exemplos de campanhas de sucesso criadas durante a pandemia de covid-19, e também sugerir planos de ação para futuras campanhas que podem ser iniciadas a partir da discussão do grupo.
▸ Isaac Schrarstzhaupt (Rede Análise/Todos Pelas Vacinas/Instituto Mario Schenberg; USP)
▸ Sidcley Silva de Lyra
| 16:00 – 17:30

Ciência fazendo Arte e Arte fazendo Ciência

Ementa

Existem casos em que artistas podem ter influência direta na construção de novos conhecimentos científicos, assim como casos em que cientistas de formação podem contribuir com novas formas de fazer arte. Como essa relação acontece? Quais os potenciais debates éticos necessários nessa relação entre arte e ciência?
▸ Maybí Machacalis (artista índigena)
▸ Guilherme Lui (Divulgador científico)

Ciência, Comunicação e Política: Mesa de Encerramento

Ementa

Estamos atravessados, cada vez mais, por tecnologias que participam constantemente de nosso cotidiano. A produção de conteúdos científicos se faz por meio de tecnologias da comunicação e informação e a divulgação científica precisa pensar não apenas nestes meios como parte de seu trabalho como veículos para comunicar, mas como parte da reflexão sobre as implicações da tecnologia na sociedade. Como a divulgação científica vincula-se com debates éticos acerca de tecnologias da comunicação e informação?
▸ Nina da Hora (Instituto Nina da Hora)

Ciência, Comunicação e Política: Motores de mudança na sociedade.

Ementa

A ciência brasileira tem cientistas de qualidade e algumas estruturas que são competitivas em níveis internacionais. A comunicação científica destes espaços se diferencia por vincular-se simultaneamente a uma divulgação científica e comunicação institucional, virtual e presencial. Qual o papel da comunicação científica em um grande empreendimento científico brasileiro? Como a ciência brasileira pode produzir uma comunicação científica articulada socialmente?
▸ Luciana Noronha Cintra de Oliveira (Sirius/CNPEM)
▸ Luana Meneguelli Bonone (Secretaria de Popularização de Ciência/MCTI)
| 15h30 – 08/09/23 (sexta) e 11h30 – 09/09/23 (sábado)

Como a interação entre ciência e arte pode alavancar a divulgação científica?

Ementa

Para que a divulgação científica alcance diferentes públicos é importante considerar como as ações desenvolvidas estruturam conteúdo e forma. A abordagem transdisciplinar é fundamental, uma vez que propicia a contribuição de diferentes áreas. As artes associadas às ciências podem construir pontos de vista que facilitam a conexão com múltiplos públicos. Este GT irá apresentar e discutir iniciativas de DC que buscam a interação entre ciências e artes, buscando evidenciar vantagens, dificuldades; bem como aproximações e afastamentos entre as áreas.
▸ Thelma Lopes (Fiocruz)
▸ Carolina Frandsen Pereira da Costa (Clorofreela)
▸ Clara Marques
| 15h30 – 08/09/23 (sexta) e 11h30 – 09/09/23 (sábado)

Como analisar a efetividade e/ou impacto de trabalhos de comunicação pública de ciências (presenciais e virtuais)?

Ementa

No dia a dia do trabalho do divulgador de ciência, é comum não termos uma real ideia se o conteúdo que produzimos de fato chegar ao público pretendido. Essa percepção fica ainda mais distorcida ao recebermos um retorno negativo, como críticas, haters e ataques. Assim é fundamental estar inserido no planejamento métodos de análise de efetividade, a discussão sobre o que medir, como e qual a meta a ser atingida é tão importante quanto o trabalho em si. Afinal, se não soubermos para onde estamos indo, como saberemos se chegamos lá?
▸ Erica Mariosa Moreira Carneiro (Blogs de Ciência da Unicamp, PECIM/Unicamp)
▸ Alu Laurindo Vieira (Sala V; PECIM/Unicamp)
▸ Leonardo Oliveira da Costa
| 16h -27/08/22 (sábado) e 11h – 28/08/22 (domingo)

Como buscar financiamento para projetos de divulgação de ciência e profissionalizar a carreira?

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Manter um projeto de divulgação de ciências não é fácil. Muitas iniciativas são voluntárias e acabam pois os voluntários precisam dedicar seu tempo a outras atividades. Como procurar financiamento para os projetos? Existe mercado profissional de divulgação?
▸ Lucas Andrade (Alô, Ciência?)
▸ Sidcley Silva de Lyra
| 15h30 – 08/09/23 (sexta) e 11h30 – 09/09/23 (sábado)

Como elaborar um trabalho colaborativo e sistemático de combate à desinformação?

Ementa

A internet teve seu início sendo considerada como um futuro espaço democrático e de construção do conhecimento em escala global. Hoje, ela passa por um dos seus momentos mais difíceis. Com o avanço da extrema-direita e o domínio dos algoritmos nas redes sociais, conter a desinformação é um grande desafio para os comunicadores de ciência. Este GT irá discutir os mecanismos que facilitam a dispersão de desinformação na internet e como combater este avanço.
▸ Rodrigo Kenji (Normose)
▸ Sarah Schmidt
| 16h -27/08/22 (sábado) e 11h – 28/08/22 (domingo)

Como integrar iniciativas institucionais e independentes?

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Diversas iniciativas de divulgação surgem em centros de pesquisa e universidades, mas atuam sem apoio institucional e de forma independente. Como integrar diferentes projetos? Quais as possíveis parcerias e benefícios para as instituições e projetos?
▸ Leticia Sarturi (Escuta Ciência, Todos Pelas Vacinas)
▸ Maurílio Bonora Junior (Blogs de Ciência da Unicamp)
| 16h -27/08/22 (sábado) e 11h – 28/08/22 (domingo)

Como lidar com tópicos polêmicos e desinformação?

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Divulgar ciência é, constantemente, esbarrar em temas polêmicos, em especial, quando temos pautas que tangenciam temas como política, religião, crenças pessoais e outros. Como falar de aborto? Uso de cannabis na medicina? Por que vacinas se tornaram um tema polêmico? Como tratamos esses assuntos?
▸ Natália Leal (Agência Lupa)
▸ Sarah Schmidt (Jornalista freelancer)
| 16h -27/08/22 (sábado) e 11h – 28/08/22 (domingo)

Como obter espaço na Internet para novas iniciativas?

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Produzir conteúdo na internet não é simples. Projetos jovens disputam espaços com divulgadores bem estabelecidos e pessoas com anos de experiências. Como podemos promover novos projetos? Como produtores amadores podem conseguir espaço na internet?
▸ Flávia Ferrari (Observatório Covid-19/Todos Pelas Vacinas/Instituto Mario Schenberg)
▸ Clara Marques de Souza
| 16h -27/08/22 (sábado) e 11h – 28/08/22 (domingo)

Como tornar o conteúdo da divulgação científica mais acessível para pessoas com deficiência?

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Para levarmos a divulgação para todos os públicos, a acessibilidade é fundamental. O material que produzimos pode ser consumido por todos? Quais as dificuldades para uma pessoa com deficiência encontrar e consumir conteúdos de divulgação?
▸ Alexandre Moreira (Coletivxs)
▸ Alessandra Karla Alves Leite

Comunicação em Meio Ambiente e Emergência Climática

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As mudanças climáticas vem sendo um dos temas debatidos por diversos campos de conhecimento científico. É palco de disputa entre negacionistas e cientistas. Como atuar na divulgação científica, levando em conta diferentes áreas e, simultaneamente, enfrentando o negacionismo?
▸ Ana Toni (Secretária de Mudanças Climáticas/MMA)
▸ Cláudio Angelo (Observatório do Clima)
▸ Mariana Belmont (Jornalista)

Coro Luther King apresenta “I Have a Dream”

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O Coro Luther King, em colaboração com o Instituto Principia, propõe um diálogo entre a Ciência e a Arte através do programa “I HAVE A DREAM” apresentando a belíssima obra de Bob Chilcott “A Little Jazz Mass” além de afro-american spirituals, música brasileira e trechos selecionados do famoso discurso de Martin Luther King Jr. Pesquisa, divulgação científica e música coral!
▸ CORO LUTHER KING

Diálogos possíveis entre Universidades e Divulgadores Científicos

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Torna-se cada vez mais evidente que é necessário estabelecer um diálogo amplo entre cientistas e a sociedade. Mas que tipo de incentivo recebem os docentes para dedicarem seu tempo à comunicação pública de ciências? Por que atividades de extensão são menos valorizadas?
▸ Claudia Mayorga (UFMG)
▸ Paulo Nussenzveig (USP)
| 14h30 – 15/11/24 (sexta), 11h30 – 16/11/24 (sábado) e 9h -17/11/24 (domingo)

Divulgação científica através da literatura infantojuvenil (teoria e prática) – vamos escrever um livro?

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Teoria: o livro infantojuvenil como ferramenta na divulgação e popularização da ciência. Livros com temáticas em Ciências e Saúde e o letramento científico na Educação Básica. Arte, literatura e divulgação científica – o papel do ilustrador. A importância da disponibilidade de obras literárias com foco na inclusão de Pessoas Com Deficiência. Inclusão e acessibilidade na popularização da ciência: livros em tinta, braile, libras, pictogramas e narrados. Prática: concepção de um livro infantojuvenil – tema principal e roteiro. Ilustração e diagramação. Etapas para publicação.
▸ Raquel da Hora Barbosa
▸ Letícia Rodrigues Jobim Mattos
▸ Katia Regina do Nascimento Fonsêca

Divulgação Científica e Políticas Públicas em Saúde

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Após passarmos pelos momentos mais difíceis da crise sanitária contemporânea, hoje podemos fazer um balanço geral do que vivenciamos e como atuamos frente à Covid-19 e outras questões de saúde no campo da divulgação científica.Como pensar os próximos passos daqui para frente?
▸ Mellanie Fontes Dutra da Silva (Unisinos; Rede Análise; Instituto Mario Schenberg)
▸ Marina Ramalho e Silva (Fiocruz)
▸ Camilo Leon (Unicef)
| 14h30 – 15/11/24 (sexta), 11h30 – 16/11/24 (sábado) e 9h -17/11/24 (domingo)

Divulgação científica para inspirar, proteger, mobilizar e educar

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A oficina pretende dar uma introdução básica à elaboração de projetos que abrangem ciência, arte e cultura. Não somente, mas também atender uma demanda de mercado, que não tem o hábito no desenvolvimento de projetos científicos-culturais, pela falta de conhecimentos.
▸ Dayane Fumiyo Machado (DPCT/IG/Unicamp)
▸ Meghie de Souza Rodrigues
▸ Giselle Soares Menezes Silva
| 15h30 – 08/09/23 (sexta) e 11h30 – 09/09/23 (sábado)

Do offline para o online: como dar visibilidade na internet para iniciativas presenciais?

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A divulgação científica “off-line” no Brasil tem uma longa história de trabalho desde o início do século XIX, com a chegada da Corte Portuguesa, contando com Museus de Ciência, Jardins Zoológicos, Botânicos, Planetários e muitos outros. É nestes espaços que o público encontra profissionais que planejaram e implementaram estruturas físicas e digitais que impactam os visitantes, trazendo o aspecto presencial e emocional da ciência. Com a pandemia e precarização do investimento em ciência e DC no Brasil nos últimos anos, o aumento da presença on-line dos tradicionais espaços da DC “off-line” é imprescindível, tanto para divulgar as iniciativas como para atingir diretamente o seu público. Este GT irá trazer exemplos de como a parceria entre iniciativas pode ser a chave para o sucesso na internet e sugerir com os participantes futuros projetos que podem nascer no EBDC.
▸ Luiz Fernando Jardim Bento (Cecierj)
▸ Eduardo Akio Sato (Instituto Principia)
▸ Alessandra Karla Alves Leite
| 10h30

Educação midiática e cultura digital contra as fakes

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A desinformação não é questão recente para a comunicação. Mas nos últimos anos têm ganhado espaço e financiamento, com estratégias que tornam difícil seu combate, dentro do espaço democrático. Como podemos seguir atuando e que estratégias usar para combater a desinformação?
▸ María C. Caldas (A Mí No Me La Hacen)
▸ Gabriela de Almeida (Redes cordiais)
▸ Lucia Santaella (PUC-SP)
| 13:30 – 14:30

Educação, Ciência e Arte

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Arte, ciência e educação se tornam fatores cada vez mais interligados. Precisamos entender as potencialidades da combinação desses três elementos. A visão de futuro que imaginamos inclui realmente a todos? Como podemos combinar esses fatores para projetar um horizonte que abrace as diferenças e ajude a consolidar coletividades?
▸ Zaika Santos (pesquisadora NFT e WEb 3.0; CEO da empresa afrofuturismo Arte e STEM)
| 14h30 – 15/11/24 (sexta), 11h30 – 16/11/24 (sábado) e 9h -17/11/24 (domingo)

Explorando a criatividade e o improviso: imersão no processo criativo de uma performance sobre a ciência

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Há hoje uma infinidade de meios e formas de divulgar ciência. Mas não existe uma fórmula mágica para usá-los nem um modelo capaz de garantir sucesso. O acesso facilitado a conteúdos de ciência faz com que o modo de comunicá-la ganhe cada vez mais relevância. A criatividade torna-se, assim, um elemento imprescindível para uma divulgação científica efetiva. É nesse sentido que esta oficina pretende exercitar a capacidade criativa dos divulgadores de ciência, a fim de oferecer-lhes subsídios para desenvolver projetos capazes de atrair a atenção – e cativar o coração – dos públicos pretendidos.
▸ Carla da Silva Almeida (Museu da Vida)
▸ Tatiane Santoro de Souza
▸ Kailani Vinicio Tavares Guimarães

Jornalismo e divulgação científica: uma parceria contra a desinformação.

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A pandemia trouxe desafios para o jornalismo, como repassar informações científicas ainda em discussão e que podem mudar com o desenvolvimento das pesquisas? Além disso, percebemos a influência das fake news, competindo com fontes confiáveis. Como lidar com estes aspectos?
▸ Sabine Righetti (Agência Bori, Labjor/UNICAMP)
▸ Luiza Caires (USP)
▸ Alfredo Nastari (Scientific American Brasil)
| 14h30 – 15/11/24 (sexta), 11h30 – 16/11/24 (sábado) e 9h -17/11/24 (domingo)

Luz, Câmera, Ciência! Integrando Educação, Ciência e Arte no Audiovisual

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Esta oficina visa explorar como a narrativa visual pode ser uma ferramenta poderosa na divulgação científica, unindo educação, ciência e arte. Através da análise de casos de sucesso e atividades práticas, os participantes aprenderão a criar conteúdos audiovisuais que tornem a ciência acessível e estimulante para diferentes públicos. E ainda terão a oportunidade de aprender técnicas para inserção dos produtos audiovisuais em mostras e festivais.
▸ Rafael Leite Pinto de Andrade (Chefe de Imprensa e Audiovisual do CNPq)
| 13h30

Museus e centros de ciências como espaço de divulgação científica

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Museus e centros de ciências são espaços consagrados de educação não-formal. Qual é seu papel na divulgação de ciências? O que outros divulgadores podem aprender com a experiência dos profissionais que organizam exposições em museus? Podemos estabelecer diálogos e parcerias?
▸ Débora D’Avila Reis (UFMG)
▸ Joice Bispo Santos (Museu Goeldi)
▸ Maria Alice da Silva Paulino (Centro de Ciência e Saberes Karapanã)

O Lugar do normativo na Comunicação de Ciência

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Os espaços públicos de fala, historicamente, são ocupados por homens, brancos, heterossexuais e cisgêneros. Dentro da ciência e da comunicação também temos esta validação de saber vinculada às questões de gênero, raça e sexualidade. Como podemos repensar estas relações?
▸ Guilherme Terreri (Tempero Drag/Rita Von Runty)
▸ Katemari Rosa (UFBA)
▸ Cinthia Mendonça (Silo)

Um pouquinho da nossa história.

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A história do EBDC desde sua primeira edição e a organização de um evento e suas motivações, estruturas, idealizações e projeções futuras.
▸ Samir de Deus Elian Andrade (UFMG)

Uso ético da Inteligência Artificial na Ciência, na Arte e na Educação

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Em um mundo onde cada vez mais temos a participação da IA no nosso dia-a-dia, precisamos entender como esta mudança impulsionada pela ciência está afetando e poderá afetar ainda mais a arte e a educação. Temos que banir a IA da arte e da educação? Como podemos usá-la ao nosso favor? IA pode ser uma coautora de arte? E de textos de educação e divulgação científica?
▸ Veronyka Gimenes (Núcleo Digital)
▸ Larissa Macedo ()
▸ Gildo Girotto Júnior (IQ/Unicamp)

“Performance Uma descoberta revolucionária OU quando atrizes decidem fazer ciência”

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Uma descoberta revolucionária OU quando atrizes decidem fazer ciência” é uma performance criada pelo Grupo de Aprendizagem em Ciência e Teatro (GACT), que explora a interação entre ciência e teatro. A peça aborda, com humor e paródia, como seria se atores fizessem ciência sem cientistas, questionando o predomínio do conteúdo científico sobre a linguagem artística em iniciativas de divulgação científica no Brasil e a pouca participação de profissionais de teatro nesses projetos.
▸ Carla Almeida
▸ Tatiane Santoro