Programação Completa

07/09/26 (Seg)
| 12:00 – 13:30
Cerimônia de anúncio de trabalhos premiados na edição.
07/09/26 (Seg)
| 11:00 – 12:00
Encontro de síntese: Organize! Como criar e documentar um evento na Wikimedia.
07/09/26 (Seg)
| 10:30 – 11:00
07/09/26 (Seg)
| 08:30 – 10:30
Desde as expedições científicas coloniais, a apropriação de artefatos, imagens e objetos culturais do Sul Global esteve ligada à construção de narrativas científicas eurocentradas. Essa dinâmica também se manifesta na cultura visual da ciência contemporânea: periódicos, instituições e escolas de formação em ilustração científica continuam concentrados no Norte Global. Com a disseminação de ferramentas de inteligência artificial generativa, esse desequilíbrio se intensifica. Artistas e ilustradores enfrentam precarização enquanto o público do Sul Global passa a consumir imagens genéricas, padronizadas e frequentemente carregadas de vieses raciais, culturais e de gênero. A mesa propõe discutir como artistas, cientistas e comunicadores podem recuperar autonomia na produção visual da ciência e construir narrativas que reflitam contextos culturais diversos.
06/09/26 (Dom)
| 17:00 – 18:30
As oficinas serão divididas em 03 encontros, com uma apresentação final de resultados no dia 07 de setembro. Não haverá transmissão online das oficinas.
14:30 – 15:30 As oficinas serão divididas em 03 encontros de 60 minutos cada, com uma apresentação final de resultados no dia 07 de setembro.
06/09/26 (Dom)
| 16:00 – 17:00
Avaliação de trabalhos selecionados + Coffee break
06/09/26 (Dom)
| 14:00 – 16:00
A divulgação científica costuma privilegiar áreas associadas às chamadas ciências naturais ou “ciências duras”. Nesse processo, produções oriundas das humanidades, das artes, da educação ou de saberes comunitários frequentemente são tratadas como opiniões ou conhecimentos não especializados. Além disso, saberes produzidos por populações periféricas, indígenas ou tradicionais muitas vezes são utilizados apenas como fonte de dados para pesquisa acadêmica, raramente sendo reconhecidos como formas legítimas de produção de conhecimento. Esta mesa debate como a divulgação científica pode atuar como espaço de articulação entre diferentes formas de saber e quais caminhos permitem ampliar o reconhecimento dessas epistemologias.
06/09/26 (Dom)
| 11:30 – 12:30
11:30 – 12:30 As oficinas serão divididas em 03 encontros de 60 minutos cada, com uma apresentação final de resultados no dia 07 de setembro.
06/09/26 (Dom)
| 10:30 – 11:30
Avaliação de trabalhos selecionados + Coffee break
06/09/26 (Dom)
| 08:30 – 10:30
Doenças como dengue, zika, chikungunya e febre-amarela historicamente foram negligenciadas pelo Norte Global, apesar de seu grande impacto em países tropicais. Nos últimos anos, mudanças climáticas, mobilidade global e emergências sanitárias têm alterado esse cenário. A mesa discute por que doenças historicamente associadas ao Sul passaram a mobilizar maior atenção internacional e quais estratégias científicas e políticas são necessárias para seu enfrentamento. Também aborda o papel da divulgação científica na conscientização pública, na pressão por investimentos em pesquisa e na discussão ética sobre saúde pública global.
05/09/26 (Sáb)
| 19:00 – 22:30
Local à definir.
05/09/26 (Sáb)
| 17:00 – 19:00
A divulgação científica pode ser compreendida como uma ferramenta de compartilhamento de informações científicas para públicos não especialistas. No entanto, assim como ocorre no próprio campo científico, a circulação e legitimação do conhecimento frequentemente dependem de publicações e métricas de impacto internacional. No contexto brasileiro, latino-americano e africano — regiões com menor financiamento científico e sistemas de produção de conhecimento historicamente marginalizados — a divulgação científica pode assumir também um papel político e estratégico. Esta mesa discute como práticas de comunicação científica podem contribuir para afirmar a produção de conhecimento do Sul Global, fortalecendo espaços de resistência, diversidade epistemológica e legitimação internacional.
05/09/26 (Sáb)
| 16:00 – 17:00
Avaliação de trabalhos selecionados + Coffee break
05/09/26 (Sáb)
| 14:30 – 16:00
As oficinas serão divididas em 03 encontros, com uma apresentação final de resultados no dia 07 de setembro.
05/09/26 (Sáb)
| 13:30 – 14:30
Momento de abertura oficial do evento com apresentação institucional, seguida de conversa de abertura abordando o tema central do encontro e os desafios contemporâneos da divulgação científica no Sul Global.
05/09/26 (Sáb)
| 12:00 – 13:00
Credenciamento e distribuição de materiais aos participantes
17/11/24 (Dom)
| 15:30-16:30
O Coro Luther King, em colaboração com o Instituto Principia, propõe um diálogo entre a Ciência e a Arte através do programa “I HAVE A DREAM” apresentando a belíssima obra de Bob Chilcott “A Little Jazz Mass” além de afro-american spirituals, música brasileira e trechos selecionados do famoso discurso de Martin Luther King Jr. Pesquisa, divulgação científica e música coral!
16/11/24 (sábado)
| 17h
Uma descoberta revolucionária OU quando atrizes decidem fazer ciência” é uma performance criada pelo Grupo de Aprendizagem em Ciência e Teatro (GACT), que explora a interação entre ciência e teatro. A peça aborda, com humor e paródia, como seria se atores fizessem ciência sem cientistas, questionando o predomínio do conteúdo científico sobre a linguagem artística em iniciativas de divulgação científica no Brasil e a pouca participação de profissionais de teatro nesses projetos.
15/11/24 (sexta), 16/11/24 (sábado) e 17/11/24 (domingo)
| 14h30 – 15/11/24 (sexta), 11h30 – 16/11/24 (sábado) e 9h -17/11/24 (domingo)
Teoria: o livro infantojuvenil como ferramenta na divulgação e popularização da ciência. Livros com temáticas em Ciências e Saúde e o letramento científico na Educação Básica. Arte, literatura e divulgação científica – o papel do ilustrador. A importância da disponibilidade de obras literárias com foco na inclusão de Pessoas Com Deficiência. Inclusão e acessibilidade na popularização da ciência: livros em tinta, braile, libras, pictogramas e narrados. Prática: concepção de um livro infantojuvenil – tema principal e roteiro. Ilustração e diagramação. Etapas para publicação.
15/11/24 (sexta), 16/11/24 (sábado) e 17/11/24 (domingo)
| 14h30 – 15/11/24 (sexta), 11h30 – 16/11/24 (sábado) e 9h -17/11/24 (domingo)
Há hoje uma infinidade de meios e formas de divulgar ciência. Mas não existe uma fórmula mágica para usá-los nem um modelo capaz de garantir sucesso. O acesso facilitado a conteúdos de ciência faz com que o modo de comunicá-la ganhe cada vez mais relevância. A criatividade torna-se, assim, um elemento imprescindível para uma divulgação científica efetiva. É nesse sentido que esta oficina pretende exercitar a capacidade criativa dos divulgadores de ciência, a fim de oferecer-lhes subsídios para desenvolver projetos capazes de atrair a atenção – e cativar o coração – dos públicos pretendidos.
15/11/24 (sexta), 16/11/24 (sábado) e 17/11/24 (domingo)
| 14h30 – 15/11/24 (sexta), 11h30 – 16/11/24 (sábado) e 9h -17/11/24 (domingo)
A oficina pretende dar uma introdução básica à elaboração de projetos que abrangem ciência, arte e cultura. Não somente, mas também atender uma demanda de mercado, que não tem o hábito no desenvolvimento de projetos científicos-culturais, pela falta de conhecimentos.
15/11/24 (sexta), 16/11/24 (sábado) e 17/11/24 (domingo)
| 14h30 – 15/11/24 (sexta), 11h30 – 16/11/24 (sábado) e 9h -17/11/24 (domingo)
Esta oficina visa explorar como a narrativa visual pode ser uma ferramenta poderosa na divulgação científica, unindo educação, ciência e arte. Através da análise de casos de sucesso e atividades práticas, os participantes aprenderão a criar conteúdos audiovisuais que tornem a ciência acessível e estimulante para diferentes públicos. E ainda terão a oportunidade de aprender técnicas para inserção dos produtos audiovisuais em mostras e festivais.
15/11/24 (sexta), 16/11/24 (sábado) e 17/11/24 (domingo)
| 14h30 – 15/11/24 (sexta), 11h30 – 16/11/24 (sábado) e 9h -17/11/24 (domingo)
A oficina pretende dar uma introdução básica à elaboração de projetos que abrangem ciência, arte e cultura. Não somente, mas também atender uma demanda de mercado, que não tem o hábito no desenvolvimento de projetos científicos-culturais, pela falta de conhecimentos.
16/11/24 (sábado)
| 10h30
A desinformação não é questão recente para a comunicação. Mas nos últimos anos têm ganhado espaço e financiamento, com estratégias que tornam difícil seu combate, dentro do espaço democrático. Como podemos seguir atuando e que estratégias usar para combater a desinformação?
17/11/24 (domingo)
| 9h
A história do EBDC desde sua primeira edição e a organização de um evento e suas motivações, estruturas, idealizações e projeções futuras.
16/11/24 (sábado)
| 14h
A aproximação arte e ciência traz possibilidades de integração de saberes sociais, científicos e artísticos que atuam na formação de sujeitos desde a infância, das diferentes culturas brasileiras. De que forma estes campos podem se articular para mudanças significativas na formação de infâncias contemporâneas brasileiras?
16/11/24 (sábado)
| 8h30
Em um mundo onde cada vez mais temos a participação da IA no nosso dia-a-dia, precisamos entender como esta mudança impulsionada pela ciência está afetando e poderá afetar ainda mais a arte e a educação. Temos que banir a IA da arte e da educação? Como podemos usá-la ao nosso favor? IA pode ser uma coautora de arte? E de textos de educação e divulgação científica?
15/11/24 (sexta)
| 16:00 – 17:30
Existem casos em que artistas podem ter influência direta na construção de novos conhecimentos científicos, assim como casos em que cientistas de formação podem contribuir com novas formas de fazer arte. Como essa relação acontece? Quais os potenciais debates éticos necessários nessa relação entre arte e ciência?
15/11/24 (sexta)
| 13:30 – 14:30
Arte, ciência e educação se tornam fatores cada vez mais interligados. Precisamos entender as potencialidades da combinação desses três elementos. A visão de futuro que imaginamos inclui realmente a todos? Como podemos combinar esses fatores para projetar um horizonte que abrace as diferenças e ajude a consolidar coletividades?
08/09/23 (sexta) e 09/09/23 (sábado)
| 15h30 – 08/09/23 (sexta) e 11h30 – 09/09/23 (sábado)
No dia a dia do trabalho do divulgador de ciência, é comum não termos uma real ideia se o conteúdo que produzimos de fato chegar ao público pretendido. Essa percepção fica ainda mais distorcida ao recebermos um retorno negativo, como críticas, haters e ataques. Assim é fundamental estar inserido no planejamento métodos de análise de efetividade, a discussão sobre o que medir, como e qual a meta a ser atingida é tão importante quanto o trabalho em si. Afinal, se não soubermos para onde estamos indo, como saberemos se chegamos lá?
08/09/23 (sexta) e 09/09/23 (sábado)
| 15h30 – 08/09/23 (sexta) e 11h30 – 09/09/23 (sábado)
Para que a divulgação científica alcance diferentes públicos é importante considerar como as ações desenvolvidas estruturam conteúdo e forma. A abordagem transdisciplinar é fundamental, uma vez que propicia a contribuição de diferentes áreas. As artes associadas às ciências podem construir pontos de vista que facilitam a conexão com múltiplos públicos. Este GT irá apresentar e discutir iniciativas de DC que buscam a interação entre ciências e artes, buscando evidenciar vantagens, dificuldades; bem como aproximações e afastamentos entre as áreas.
08/09/23 (sexta) e 09/09/23 (sábado)
| 15h30 – 08/09/23 (sexta) e 11h30 – 09/09/23 (sábado)
A divulgação científica “off-line” no Brasil tem uma longa história de trabalho desde o início do século XIX, com a chegada da Corte Portuguesa, contando com Museus de Ciência, Jardins Zoológicos, Botânicos, Planetários e muitos outros. É nestes espaços que o público encontra profissionais que planejaram e implementaram estruturas físicas e digitais que impactam os visitantes, trazendo o aspecto presencial e emocional da ciência. Com a pandemia e precarização do investimento em ciência e DC no Brasil nos últimos anos, o aumento da presença on-line dos tradicionais espaços da DC “off-line” é imprescindível, tanto para divulgar as iniciativas como para atingir diretamente o seu público. Este GT irá trazer exemplos de como a parceria entre iniciativas pode ser a chave para o sucesso na internet e sugerir com os participantes futuros projetos que podem nascer no EBDC.
08/09/23 (sexta) e 09/09/23 (sábado)
| 15h30 – 08/09/23 (sexta) e 11h30 – 09/09/23 (sábado)
Um dos pilares da divulgação científica é o trabalho trans e multidisciplinar, envolvendo profissionais de diferentes áreas para fazer um trabalho que possa impactar o maior número de pessoas de forma efetiva. Este GT irá trazer exemplos de campanhas de sucesso criadas durante a pandemia de covid-19, e também sugerir planos de ação para futuras campanhas que podem ser iniciadas a partir da discussão do grupo.
08/09/23 (sexta) e 09/09/23 (sábado)
| 15h30 – 08/09/23 (sexta) e 11h30 – 09/09/23 (sábado)
A internet teve seu início sendo considerada como um futuro espaço democrático e de construção do conhecimento em escala global. Hoje, ela passa por um dos seus momentos mais difíceis. Com o avanço da extrema-direita e o domínio dos algoritmos nas redes sociais, conter a desinformação é um grande desafio para os comunicadores de ciência. Este GT irá discutir os mecanismos que facilitam a dispersão de desinformação na internet e como combater este avanço.
10/09/23 (domingo)
| 13h
Estamos atravessados, cada vez mais, por tecnologias que participam constantemente de nosso cotidiano. A produção de conteúdos científicos se faz por meio de tecnologias da comunicação e informação e a divulgação científica precisa pensar não apenas nestes meios como parte de seu trabalho como veículos para comunicar, mas como parte da reflexão sobre as implicações da tecnologia na sociedade. Como a divulgação científica vincula-se com debates éticos acerca de tecnologias da comunicação e informação?
10/09/23 (Dom)
| 11h
A desinformação não é questão recente para a comunicação. Mas nos últimos anos têm ganhado espaço e financiamento, com estratégias que tornam difícil seu combate, dentro do espaço democrático. Como podemos seguir atuando e que estratégias usar para combater a desinformação?
09/09/23 (sábado)
| 14h
Após passarmos pelos momentos mais difíceis da crise sanitária contemporânea, hoje podemos fazer um balanço geral do que vivenciamos e como atuamos frente à Covid-19 e outras questões de saúde no campo da divulgação científica.Como pensar os próximos passos daqui para frente?
09/09/23 (sábado)
| 8h30
As mudanças climáticas vem sendo um dos temas debatidos por diversos campos de conhecimento científico. É palco de disputa entre negacionistas e cientistas. Como atuar na divulgação científica, levando em conta diferentes áreas e, simultaneamente, enfrentando o negacionismo?
08/09/23 (sexta)
| 17h
Os espaços públicos de fala, historicamente, são ocupados por homens, brancos, heterossexuais e cisgêneros. Dentro da ciência e da comunicação também temos esta validação de saber vinculada às questões de gênero, raça e sexualidade. Como podemos repensar estas relações?
08/09/23 (sexta)
| 14h
A ciência brasileira tem cientistas de qualidade e algumas estruturas que são competitivas em níveis internacionais. A comunicação científica destes espaços se diferencia por vincular-se simultaneamente a uma divulgação científica e comunicação institucional, virtual e presencial. Qual o papel da comunicação científica em um grande empreendimento científico brasileiro? Como a ciência brasileira pode produzir uma comunicação científica articulada socialmente?
27/08/22 (sábado) e 28/08/22 (domingo)
| 16h -27/08/22 (sábado) e 11h – 28/08/22 (domingo)
Divulgar ciência é, constantemente, esbarrar em temas polêmicos, em especial, quando temos pautas que tangenciam temas como política, religião, crenças pessoais e outros. Como falar de aborto? Uso de cannabis na medicina? Por que vacinas se tornaram um tema polêmico? Como tratamos esses assuntos?
27/08/22 (sábado) e 28/08/22 (domingo)
| 16h -27/08/22 (sábado) e 11h – 28/08/22 (domingo)
Para levarmos a divulgação para todos os públicos, a acessibilidade é fundamental. O material que produzimos pode ser consumido por todos? Quais as dificuldades para uma pessoa com deficiência encontrar e consumir conteúdos de divulgação?
27/08/22 (sábado) e 28/08/22 (domingo)
| 16h -27/08/22 (sábado) e 11h – 28/08/22 (domingo)
Diversas iniciativas de divulgação surgem em centros de pesquisa e universidades, mas atuam sem apoio institucional e de forma independente. Como integrar diferentes projetos? Quais as possíveis parcerias e benefícios para as instituições e projetos?
27/08/22 (sábado) e 28/08/22 (domingo)
| 16h -27/08/22 (sábado) e 11h – 28/08/22 (domingo)
Produzir conteúdo na internet não é simples. Projetos jovens disputam espaços com divulgadores bem estabelecidos e pessoas com anos de experiências. Como podemos promover novos projetos? Como produtores amadores podem conseguir espaço na internet?
27/08/22 (sábado) e 28/08/22 (domingo)
| 16h -27/08/22 (sábado) e 11h – 28/08/22 (domingo)
Manter um projeto de divulgação de ciências não é fácil. Muitas iniciativas são voluntárias e acabam pois os voluntários precisam dedicar seu tempo a outras atividades. Como procurar financiamento para os projetos? Existe mercado profissional de divulgação?
28/08/22 (Dom)
| 16h30
Muita pesquisa é feita sobre a divulgação de ciências, avaliação de materiais, alcance, interesse do público pelas ciências, os discursos adotados e diversos outros temas. Mas pouca coisa desta produção chega aos divulgadores. Como podemos aliar teoria e prática?
28/08/22 (Dom)
| 9h
A pandemia trouxe desafios para o jornalismo, como repassar informações científicas ainda em discussão e que podem mudar com o desenvolvimento das pesquisas? Além disso, percebemos a influência das fake news, competindo com fontes confiáveis. Como lidar com estes aspectos?
27/08/22 (Sáb)
| 13h30
Museus e centros de ciências são espaços consagrados de educação não-formal. Qual é seu papel na divulgação de ciências? O que outros divulgadores podem aprender com a experiência dos profissionais que organizam exposições em museus? Podemos estabelecer diálogos e parcerias?
27/08/22 (Sáb)
| 10h30
A internet tem se mostrado um espaço importante para a divulgação de ciências. Iniciativas têm se juntado em redes para se fortalecerem como comunidade. Exemplos são: O ScienceVlogs, o #AstroThreadBR e o Todos Pelas Vacinas. Como podemos aproveitar melhor este espaço?
27/08/22 (Sáb)
| 9h30
Torna-se cada vez mais evidente que é necessário estabelecer um diálogo amplo entre cientistas e a sociedade. Mas que tipo de incentivo recebem os docentes para dedicarem seu tempo à comunicação pública de ciências? Por que atividades de extensão são menos valorizadas?