Trabalhos

Palavras-chave: Divulgação Científica na Rua. Divulgação científica presencial. Pergunte Cientista. Ciência Acessível. Via saber.
Autores: Renan Vinicius de Araújo, Lilian Soja.

Cinco cadeiras, cinco mesas, cinco cientistas e um sonho: que todo brasileiro converse pelo menos um cientista. Com essa proposta, o Pergunte a um(a) cientista tem a intuito de levar os cientistas pra rua e colocá-los frente a frente com qualquer pessoa que queira saber mais de ciência.

Palavras-chave: Blog de ciências. Comunicação pública da ciência. Ensino superior. Divulgação Científica.
Autores: João Vitor Venceslau de Almeida,Suzanne Cristina Sousa Pereyra,Matheus Lau Damasceno

A Divulgação Científica é uma atividade que pode contribuir para a disseminação das Ciências para diferentes públicos, dentre eles estudantes de graduação em biologia. Uma das ferramentas que possibilitam a realização da comunicação pública das Ciências são os blogs. Diante disso, este trabalho tem como objetivo identificar os principais elementos do projeto Box da Bio que podem contribuir para a promoção da Divulgação Científica entre graduandos em Ciências Biológicas. Para isso adotamos como metodologia a análise descritiva, em um estudo de caso. A partir de nossa análise identificamos os principais elementos que podem favorecer a disseminação do conhecimento científico, sendo eles: produções textuais, audiovisuais e jogos. Percebemos que o Box da Bio usou como estratégia a pluralidade de elementos na tentativa de alcançar seu público alvo. Tal pluralidade amplia as possibilidades para o desenvolvimento da Divulgação Científica.

Palavras-chave: Educação ambiental. Cultura oceânica. Divulgação científica. Cinema. Mar à Vista!.
Autores: Luana Carolina de Almeida Santos,Maria Villanova,Anna Karoline Azevedo Farias,Ana Cláudia Malhado

O projeto “Mar à Vista!” promove a educação ambiental e a conscientização sobre a cultura oceânica, especialmente entre crianças. Recentemente, o projeto desenvolveu um evento de destaque: promover uma experiência cinematográfica para crianças da rede pública do interior de Alagoas, residentes na Costa dos Corais, região central de suas atividades. Esta iniciativa visou proporcionar uma experiência única de aprendizado e entretenimento, trazendo o universo marinho para a tela grande. O evento incluiu a exibição de um filme produzido pelo projeto , retratando as maravilhas e desafios dos ecossistemas costeiros, de maneira lúdica e de fácil entendimento para as crianças. Além disso, os participantes puderam desfrutar de atividades complementares, como debates interativos, gincana e distribuição do material gráfico do projeto. Essa iniciativa fortaleceu a conscientização ambiental, valorizou a cultura local e promoveu a sensibilização para questões voltadas à cultura oceânica, criando um impacto positivo e duradouro nos municípios que participaram da ação.

Palavras-chave: Métricas, Redes Sociais, Representatividade Feminina
Autores: Luciane Wagner Dall’ Agnese,Kauana Alessandra dos Santos,Eria Alves Semensato,Henrico José Cornelio,Camila Silveira da Silva,Everton Bedin

O presente trabalho analisa o alcance da Divulgação Científica realizada pelo projeto de extensão “Meninas e Mulheres nas Ciências”, da Universidade Federal do Paraná, na rede social Instagram.

Palavras-chave: Astronomia. Extensão universitária. Divulgação científica. Observatório.
Autores: Isadora Parillo, Kelly Naomi Matsui, Marcos Vinicius Tomás Olegario.

Este relato destaca as iniciativas de divulgação científica realizadas no Observatório Dietrich Schiel, durante o período de 2022 e 2023, principalmente enquanto houve diversas restrições de ocupação do Observatório, devido às políticas sanitárias do campus durante a pandemia da COVID-19. Destaca-se seu impacto social e sua experiência como extensão universitária. Além disso, discute o importante papel dessas atividades em aproximar sociedade e universidade através da divulgação de astronomia.

Palavras-chave: Educação Inclusiva. Astronomia Cultural. Povos Indígenas Brasileiros. Constelações Táteis. Acessibilidade.
Autores: Ana Clara da Rocha e Silva,Pedro Celito Rocha,Flavia Pedroza Lima

O presente estudo tem como objetivo desenvolver materiais didáticos táteis que possam ser replicados em escolas, com foco na astronomia cultural dos povos indígenas brasileiros Tupi-Guarani. Para alcançar esse objetivo, utilizamos materiais acessíveis e de baixo custo, visando proporcionar uma experiência educacional inclusiva e enriquecedora. Os materiais produzidos incluem cartazes com constelações em alto relevo, empregando diversas texturas para representar os diferentes elementos: tecidos para animais, penas para aves e miçangas para estrelas. A metodologia envolveu a seleção cuidadosa de materiais para garantir a representatividade cultural e a acessibilidade, permitindo que pessoas cegas e com baixa visão possam explorar e aprender sobre as constelações indígenas. Os resultados deste estudo indicam que o material desenvolvido não só facilita a compreensão e a apreciação da astronomia cultural indígena, mas também promove a inclusão, a criatividade e a sensibilidade artística. O guia elaborado para os professores detalha como replicar esta atividade em sala de aula, garantindo que o conhecimento das constelações indígenas seja acessível a um público mais amplo e diversificado.

Palavras-chave: Atividades Lúdicas, Contação de Histórias, Mulheres Cientistas
Autores: Marcela Vitor Alvaro,Thaynara Flor Marques Conceição

Historicamente a participação feminina na ciência foi invisibilizada. Nesse sentido, surge a necessidade de propor práticas que divulguem e valorizem o protagonismo das mulheres na ciência, como propõe a oficina que será aqui apresentada.

Palavras-chave: cooperação, ensino-aprendizagem, saúde coletiva, jogo de tabuleiro
Autores: Sâmela Da Silva Santos,Larissa Zanetti Alves,Kaique Taylor Gripa dos Santos,Márcia Regina Holanda da Cunha,Priscilla Maria Cardoso Garone

A metodologia de gamificação possui a propriedade de transformar o ambiente de aprendizado, incentivando a participação ativa e o desenvolvimento de habilidades críticas. Visando promover o engajamento no ensino de saúde entre estudantes da rede pública de Vitória-ES, organizamos o “I Torneio Gamificado – Epidemia: Operação Capixaba”. Este projeto extensionista utilizou o jogo “Epidemia: Operação Capixaba”, desenvolvido pelos laboratórios BioInov@Tec e LaDiJ da Universidade Federal do Espírito Santo. Participaram deste trabalho, 45 estudantes do 7º ano, com idades entre 12 e 15 anos, divididos em equipes temáticas. O jogo consiste em um jogo de tabuleiro cooperativo, representado pelo mapa do Estado do Espírito Santo, onde os jogadores escolhem personagens com habilidades únicas para desenvolver curas e controlar 4 doenças que assolam o estado. Os participantes foram submetidos ao formulário MEEGA-KIDS e foi possível concluir que o torneio foi eficaz na educação em saúde pública, com 100% dos participantes considerando o jogo divertido e 83,5% entendendo seus objetivos educacionais, demonstrando que “Epidemia: Operação Capixaba” é um potente catalisador para a aprendizagem colaborativa.

Palavras-chave: mediação da ciência, regiões polares, transmídia
Autores: Sílvia Dotta,Sandra Freiberger Affonso,Flavia Sant´Anna Rios

Implementação de um programa transmidiático de divulgação das ciências polares e suas relações com as mudanças climáticas. Foram criados diferentes materiais para a divulgação e educação científica, como vídeos, podcasts, jogos, livros etc.

Palavras-chave: descrédito na ciência, divulgação científica, públicos
Autores: Chirlei Diana Kohls,Regiane Regina Ribeiro,Patricia Goedert Melo

Este trabalho discute o potencial de participação do cidadão na produção de conteúdos em um cenário de desinformação. O objeto empírico é a ação Pergunte aos Cientistas, da Agência Escola UFPR, que busca aproximar sociedade e ciência.

Palavras-chave: Covid-19, Teoria da Conspiração, YouTube
Autores: Dayane Machado, Giselle Soares Menezes Silva, Alexandre Fioravante de Siqueira, Leda Gitahy

Teorias da conspiração podem causar danos reais à sociedade e seus impactos podem ser ainda mais drásticos em circunstâncias de crise, como a pandemia de Covid-19. O trabalho investiga uma amostra de 198 vídeos produzidos por 21 canais brasileiros do YouTube previamente identificados como disseminadores de teorias da conspiração sobre a pandemia. A análise de conteúdo foi adotada como metodologia, utilizando os elementos do lead jornalístico como categorias. As principais teorias encontradas foram “Nova Ordem Mundial”, “Plandemia”, “Big Pharma”, “Perseguição a Bolsonaro” e “Marxismo Cultural”. Denominações ocultas, como “sistema” e “elite”, personalidades, mídia, governo e cientistas destacaram-se como atores. Entre os mecanismos citados nos vídeos sobressaem-se tecnologias como inteligência artificial e 5G e as vacinas contra a Covid-19. A maioria dos canais da amostra permanece ativa, apesar de as políticas de combate à desinformação sobre a Covid-19 terem sido implementadas há três anos pela plataforma. É preciso compreender a dinâmica das teorias da conspiração que circulam em plataformas amplamente utilizadas pela população brasileira para a identificação e o desenvolvimento de abordagens adequadas. Desse modo, o estudo demonstra estratégias consideradas efetivas para a mitigação desse problema e sugere possíveis recortes para futuras pesquisas.

Palavras-chave: Divulgação científica, Mulheres na divulgação científica, Popularização da ciência
Autores: Iris Moreira da Silva, Eduarda Martins Avancini, Carolina Lourenço Vailant, Viviana Borges Corte

A presente pesquisa visa analisar o impacto da produção da Exposição Cientistas Brasileiras: 90 anos de Niède Guidon na percepção dos estudantes da equipe sobre representatividade de gênero na divulgação científica. A pesquisa utiliza uma abordagem quali-quantitativa, combinando análise qualitativa de estudo de caso com investigação causal comparativa quantitativa. A coleta de dados foi realizada por meio de um formulário online com perguntas fechadas e abertas. Os resultados da pesquisa revelaram que, antes da exposição, a maioria dos participantes tinha um conhecimento prévio limitado sobre as cientistas homenageadas. Após a realização do projeto, observou-se um aumento no reconhecimento dessas cientistas. Além disso, os participantes destacaram a importância da representatividade feminina na divulgação científica e reconheceram a necessidade de projetos como esse.

Palavras-chave: Popularização da Ciência. Divulgação Científica. Atividades Interativas. Atividades Lúdicas. Experimentos Científicos.
Autores: Ana Beatriz Miranda Valentin,BERNARDO DOS REIS GUEDES SEABRA,JULIANA CORTEZ

Este artigo aborda a participação do projeto de extensão “Despertar para a Ciência” nas edições de 2022, 2023 e 2024 na Festa do Trabalhador em Cornélio Procópio. O projeto interagiu com a comunidade através de atividades interativas e lúdicas, como quebra-cabeça da tabela periódica, quiz científico e experimentos científicos, que atraíram e engajaram um total de 225 participantes, principalmente crianças. A participação do projeto na Festa do Trabalhador apresenta uma progressão significativa em termos de complexidade e variedade das atividades. A participação do projeto Despertar para a Ciência nas três últimas edições da Festa do Trabalhador revelou-se uma iniciativa bem- sucedida de divulgação científica, engajando a comunidade, especialmente as crianças, nas atividades interativas e lúdicas, tornando os conceitos científicos mais acessíveis e interessantes.

Palavras-chave: alfabetização científica, mídias sociais, química
Autores: Rayssa de Moura Vieira dos Anjos,Ketlyn Wolfart Borth,Tatiana Renata Gomes Simoes

O projeto Ciência & Criança visa divulgar a ciência para crianças, pais, professores e grande público buscando tornar o conhecimento químico atrativo através de dinâmicas próprias da infância promovendo inclusão social e acadêmica.

Palavras-chave: Processo editorial. Textos de divulgação científica. Revistas de divulgação científica.
Autores: Giulia Engel Accorsi,Lucas Mendes,Leda Cardoso Sampson Pinto,Ronnie Fagundes de Brito

O presente artigo apresenta e discute alguns aspectos do desenvolvimento das diferentes fases do processo editorial da revista de divulgação científica do Canal Ciência, “Ciência em Síntese”. Ao descrever o referido processo, destaca a importância de algumas de suas características e de certas escolhas realizadas pela equipe editorial da revista. Apresenta, ainda, uma forma simples de se estruturar a redação de conteúdos de DC, traçando um ponto de partida baseado em três perguntas orientadoras. Também ressalta as possibilidades trazidas pelo esforço de se construir e padronizar o fluxo de produção dos textos de divulgação científica, a exemplo da aquisição de um maior controle sobre a qualidade do referido material. Ainda, confere especial enfoque aos desafios dessa empreitada, sobretudo, os que dizem respeito a reflexões e técnicas que podem ser incorporadas na elaboração de textos de DC, a fim de que esses cumpram efetivamente seu papel de aproximar públicos não-especializados dos temas de ciência, tecnologia e inovação. Com isso, objetiva inspirar iniciativas semelhantes e/ou lançar luz sobre alguns dos dilemas que podem ser encontrados por profissionais que trabalham com a produção de conteúdo de DC.

Palavras-chave: Extensão Universitária. Redes Sociais. Instagram. Genética.
Autores: Anna Beatriz Queiroz Di Souza,João Vitor Ferro Mazzei,Pedro Fernando Vilanova Ferreira,Jonathan Ferreira Macedo,Claudia Barros Monteiro Vitorello

Desde os primórdios, as plantas medicinais apresentam grande importância na sociedade e cultura humana, fornecendo compostos valiosos para o desenvolvimento de medicamentos e tratamentos para uma ampla variedade de doenças. Criado em 2020, o Grupo de Extensão e Pesquisa de Plantas Medicinais (GEPLAM ESALQ/USP) busca promover a divulgação do conhecimento científico relacionado às plantas medicinais e sua genética de forma fácil de entender. O grupo, formado por alunos dos cursos de Ciências Biológicas e Ciências dos Alimentos, em conjunto com estudantes de pós- graduação, iniciou uma presença ativa nas redes sociais, além de colaborações com outros grupos de extensão para manter jardins de plantas medicinais e a realização de workshops e palestras abertos à comunidade. O GEPLAM organiza uma bibliografia com foco acadêmico/científico para os estudantes, mas busca a disseminação desses conhecimentos de forma acessível e divertida ao público, por meio de mídias sociais e da produção de material didático em formato de cartilha. O grupo posicionou-se como importante agente de extensão universitária ao engajar interessados em aprender mais sobre a importância da pesquisa científica, conservação e uso sustentável das plantas medicinais, proporcionando aos participantes experiências que desenvolvem habilidades essenciais para influenciar positivamente a sociedade.

Palavras-chave: divulgadores da ciência, ensino de ciências, Extensão universitária.
Autores: Raquel Bertoldo,Olga Maria Schimidt Ritter,Marcia Borin da Cunha,Claudia Almeida Fioresi,Diane Ferreira da Silva Dapieve

Relatamos ações de um projeto interinstitucional, cujo objetivo é reunir pesquisadores em ações de pesquisa e extensão universitária sobre divulgação científica, em especial àquelas que se destinam a escola no nível básico de ensino.

Palavras-chave: Encontro Brasileiro de Divulgadores de Ciência, Divulgação Científica, Conhecimento Científico
Autores: Ana de Medeiros Arnt; Carolina Frandsen Pereira da Costa; Eduardo Akio Sato; Erica Mariosa Moreira Carneiro; Alu Laurindo Vieira; Maurílio Bonora Junior; Samir de Deus Elian Andrade; Humberto Ribeiro de Souza; Roberto Takata; Luiz Bento

Neste relato de experiência, apresentamos um breve histórico da primeira e segunda edição do Encontro Brasileiro de Divulgadores de Ciência (EBDC) e como nós organizamos os eventos a partir de pressupostos teórico-práticos da Divulgação Científica (DC). Neste sentido, a estruturação das mesas redondas, convidados e Grupos de Trabalho (GTs), fizeram parte de uma construção, que funciona com uma equipe de trabalho pensando e pesquisando juntos, que busca aprofundar-se em noções conceituais e filosóficas de ciência e acesso ao conhecimento, como parte de necessidades básicas da sociedade e direito humano

Palavras-chave: Humor; Divulgação Científica; Estudo de Recepção; Ciência e Arte; Ciência e Teatro.
Autores: Ana Clara Dupret Vassallo Do Amaral Baptista,Carla Almeida

A divulgação científica tem enfrentado muitos desafios, como buscar estratégias novas, efetivas e dialógicas para promover a conexão entre ciência e sociedade. Nesse contexto, o teatro vem despontando como um forte aliado, pois tem potencial que vai além de transmitir conteúdo. Essa pesquisa, inserida nos estudos de recepção teatral e da divulgação científica, tem como referenciais teóricos Bergson (humor), Hall e Martín-Barbero (comunicação) e como objetivo analisar a inserção e a recepção do humor na peça infantil O problemão da Banda Infinita do Museu da Vida Fiocruz. Para isso, nos debruçamos sobre o texto da obra, um diário de campo, o acompanhamento dos ensaios e fichas de observação. Os resultados evidenciam uma reação positiva do público aos mecanismos de humor identificados na peça, com destaque para a interferência, que dialoga com o duplo sentido e revela o compartilhamento de questões socioculturais e de pertencimento entre os espectadores. O estudo aprofunda a reflexão sobre a potência do teatro e do humor na divulgação científica, identificando mecanismos específicos dessa linguagem e a reação da plateia a eles.

Palavras-chave: Divulgação Científica. Cinedebates. Pós-Graduação. Cinebiouff. Análise Qualitativa
Autores: Rafael Ferreira dos santos,aline angel Varges,Hellen Sandra Louredo da Costa,Izabel Christina Nunes de Palmer Paixão

Introdução: O negacionismo científico e a desinformação representam desafios crescentes à difusão do conhecimento científico. Nesse contexto, buscamos explorar o potencial dos cinedebates como ferramenta de divulgação científica no ensino de pós-graduação. O estudo relata a experiência com o CineBioUFF, Cineclube de Divulgação Científica do Instituto de Biologia da UFF, onde realiza uma sessão mensal para docentes e discentes do Programa de Pós-Graduação em Ciências e Biotecnologia (PPBI-UFF) e é baseado nos dados dessas sessões que se desenha a metodologia deste trabalho. Metodologia: Adotou-se uma abordagem quali-quantitativa, utilizando questionários estruturados com seis questões relacionadas às exibições e seus debates. Os questionários foram respondidos por alunos após cada sessão (n=32, sendo 12 na primeira e 20 na segunda exibição). A análise dos dados visou identificar o nível de compreensão dos temas abordados e avaliar a efetividade dos cinedebates. Resultados: As duas primeiras exibições do CineBioUFF, “Scientia: Os Impactos dos Microplásticos” e “Crip Camp: Revolução para a Inclusão”, foram analisadas. Na primeira exibição, a maioria dos alunos compreendeu as principais ameaças dos microplásticos e as possíveis soluções, mas apresentou algumas dúvidas sobre o objetivo principal do projeto “Scientia”. Na segunda exibição, os alunos demonstraram um entendimento mais sólido das questões principais relacionadas à diversidade e inclusão, com poucas dúvidas sobre o tema. Conclusão: O CineBioUFF demonstrou ser uma ferramenta promissora para a divulgação científica no ensino de pós-graduação. As próximas sessões utilizaram a escala de Likert para aprimorar a análise das respostas e compreender melhor a influência dos cinedebates na ampliação do conhecimento científico pelos alunos.

Palavras-chave: Educação ambiental. Cultura oceânica. Divulgação científica. Cinema. Mar à Vista!.
Autores: Luana Carolina de Almeida Santos,Maria Villanova,Anna Karoline Azevedo Farias,Ana Cláudia Malhado

O projeto “Mar à Vista!” promove a educação ambiental e a conscientização sobre a cultura oceânica, especialmente entre crianças. Recentemente, o projeto desenvolveu um evento de destaque: promover uma experiência cinematográfica para crianças da rede pública do interior de Alagoas, residentes na Costa dos Corais, região central de suas atividades. Esta iniciativa visou proporcionar uma experiência única de aprendizado e entretenimento, trazendo o universo marinho para a tela grande. O evento incluiu a exibição de um filme produzido pelo projeto , retratando as maravilhas e desafios dos ecossistemas costeiros, de maneira lúdica e de fácil entendimento para as crianças. Além disso, os participantes puderam desfrutar de atividades complementares, como debates interativos, gincana e distribuição do material gráfico do projeto. Essa iniciativa fortaleceu a conscientização ambiental, valorizou a cultura local e promoveu a sensibilização para questões voltadas à cultura oceânica, criando um impacto positivo e duradouro nos municípios que participaram da ação.

Palavras-chave: Combate à Desinformação, Base Nacional Comum Curricular, Currículo Escolar, Educação Midiática
Autores: Cesar Augusto Gomes

Neste relato, abordarei a importância de incluir a educação midiática e a divulgação científica no currículo escolar, conforme exigido pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no Brasil. Neste documento há a sugestão que divulgadores científicos possam ministrar cursos de formação para professores ou assumir aulas sobre esses temas. A complexidade de dos algoritmos de redes sociais, aliado ao hiperpartidarismo e a crise na confiança na mídia tradicional são desafios significativos e a educação de jovens e adolescentes, mesmo em contextos polarizados, pode melhorar a análise crítica de estudantes. Desta forma, argumentarei apontando que esta é um bom direcionamento para pensarmos o combate à desinformação.

Palavras-chave: Divulgação Científica, Arte e Ciência, Produção de Conhecimento
Autores: Carolina Frandsen Pereira da Costa; Thelma Lopes; Clara Marques de Souza; Andrea Sander; Beatriz Marinho Hörmanseder; Bruno César Silva; Caio Ricardo Faiad; Carine Pereira Braga; Carlos Guilherme de Sousa Martins; Gabriel Leandro Gomes; Gabriel Rocha da Silva; Isadora Parillo; José Vinicio Archanjo Júnior; Júlia Canário dos Anjos; Luísa Lima e Mota; Marcos Vinicius Tomás Olegario; Thiago Fernandes Rodrigues; Willian Guimarães de Carvalho Costa

O Grupo de Trabalho 4, no II Encontro Brasileiro de Divulgadores de Ciência em 2023, discutiu estratégias para explorar a interação entre dois campos de produção de conhecimento: Artes e Ciências. Ao longo dos encontros do GT, buscamos discutir diferentes modos de articulação de forma não hierárquica. Foram abordados modos de lidar e pensar acerca das Ciências, em sua produção na busca da compreensão do mundo, bem como aspectos das Artes, em sua maneira de construir, por meio da estética e afeto, visões de mundo em prol da estruturação de uma divulgação científica coletiva e colaborativa

Palavras-chave: Análise de Impacto, Divulgação Científica, Metodologia de Análise, Planejamento
Autores: Erica Mariosa Moreira Carneiro; Alu Laurindo Vieira; Leonardo Oliveira da Costa; Bárbara Bastos de Lima Duque; Carolina Hiromi Miyake Lancelotti; Mariana Gaiza de Oliveira; Melanie Dieguez De Mesquita; Natália Bernardi Videira; PATRICIA DURINGER JACQUES; Raffael Rotta Bindi; Talita Fontoura Alves; Vitor Acioly; Yanna Martins-Franco

O Grupo de Trabalho 5, do II Encontro Brasileiro de Divulgadores de Ciência, discutiu neste relato modos de analisar projetos de divulgação científica. Ao longo de 3 encontros, apontou-se metodologias e análises de impacto, passando por 2 modalidades de projetos, em especial: trabalhos on line e trabalhos offline. Para compreender melhor a relevância das análises de impacto, várias questões foram aventadas, como: quais melhores espaços para fazer divulgação, se é mais interessante expandir ou ampliar a rede, relação com espaços institucionais e agências de fomento.

Palavras-chave: teoria e prática; profissionalização; comunicação pública da ciência
Autores: Lucas Andrade; Sidcley Silva de Lyra; Adriana Silvestrini Santos; Ana Augusta Odorissi Xavier; Estael de Lima Gonçalves; Fabio Ivo Perdigão; Giuliana Moreira Celestino; Glauce Luíza Santos dos Santos; Guilherme de Paula Pires; Gustavo Seichi Inouye Shintate; João Victor Sousa; Julia Jaccoud; Juliana Di Beo; Juliana Fedoce Lopes; Kevin Silva Muller; Luísa Souza Almeida; Marcela Vitor Alvaro; Marcelle Chagas do Monte Gontijo; Mariana Matera Veras; Myllena Aparecida de Souza Santos; Natallie Reikdal Cervieri; Pedro Azeredo Couto Tolipan de Oliveira; Tiago Venturi; Yurij Castelfranchi

O capítulo discute canais de financiamento público, editais e estratégias institucionais para viabilizar projetos de divulgação científica. Aborda a escrita de projetos, a atuação junto a universidades e centros de pesquisa e a importância de estruturas institucionais para captação de recursos. Analisa também o papel de empresas e fundações privadas, além dos desafios da prestação de contas após a execução dos projetos. O texto articula essas discussões à profissionalização da carreira, defendendo a divulgação científica como trabalho legítimo, que demanda planejamento, formação e políticas de fomento.

Palavras-chave: Divulgação Científica, Projetos Presenciais, Midia Sociais
Autores: Eduardo Akio Sato; Luiz Fernando Jardim Bento; Alessandra Leite; Claudio Machado; Dalton Giovanni Nogueira Silva; Gabriela Larissa Lima Silva; Iris Moreira Silva; Kevin Silva Muller; Lilian Soja; Lívian Kessy de Oliveira Costa; Luana Carolina de Almeida Santos; Renan Vinicius Araújo; Victor Guida; Wandeclayt Martins Melo

O Grupo de Trabalho 3, no II Encontro Brasileiro de Divulgadores de Ciência em 2023, discutiu estratégias para trabalhar com projetos que iniciam em espaços presenciais e migram parte de sua produção para espaços virtuais. O grupo apontou a necessidade de compreender melhor as diferenças entre os planejamentos, produções de conteúdos e maneiras de interagir com o público. Também foram ressaltadas diferenças entre mensurar impactos presenciais e virtuais e analisar nossos impactos a partir das premissas que temos – acerca do que é divulgar ciência e o papel de nosso projeto neste cenário. Por fim, elaboramos linhas guia, em um exercício de produzir um caminho que pode ser pensado como ponto de partida para desenvolver projetos que funcionam de modo híbrido, no Brasil contemporâneo.

Palavras-chave: Combate à Desinformação, Profissionalização de Divulgadores da Ciência, Colaboração e Coletividade na Divulgação Científica, Divulgação Científica
Autores: Rodrigo Kenji Kuroki Ciampi; Ana de Medeiros Arnt; Sarah Schimidt

O Grupo de Trabalho 1, no 2º Encontro Brasileiro de Divulgadores de Ciência em 2023, discutiu estratégias para combater a desinformação e criar redes de confiança. Foram abordados tópicos como o financiamento de grupos de desinformação, como os afetos impulsionam o compartilhamento de conteúdos falsos, a necessidade de construir manuais e estratégias de comunicação, a importância da formação relacional e da comunicação não violenta, e a busca divulgação científica que abranja a diversidade racial, étnica, de gênero e classe. O grupo concluiu que o combate à desinformação envolve um processo de construção coletiva, estabelecendo redes de confiança presenciais e espaços não hierárquicos de construção do saber.

Palavras-chave: acessibilidade; inclusão; comunicação científica acessível
Autores: Natália Levien Leal; Sarah Costa Schmidt; Samir de Deus Elian Andrade; Adriana Lippi; Carla da Silva Almeida; Chirlei Diana Kohls; Claudia Almeida Fioresi; Cyntia Vasconcelos de Almeida; Flávio da Costa Gonçalves; Gabriel Rocha; Gabriela Larissa Lima da Silva; Joseane Figueredo Rosa; Larissa Carlos de Oliveira Santos; Letícia Sayuri Kurihara; Lívia Kessy de Oliveira Costa; Luana Maciel; Luciane Ribeiro do Valle; Norma Reggiani; Olga Maria Schimidt Ritter; Vanja Joice Bispo Santos; Yurij Castelfranchi

O capítulo discute o conceito de temas polêmicos e de desinformação, entendendo-os como fenômenos sociais complexos e não triviais. Apresenta estratégias como diálogo e comunicação acolhedores, educação e formação em diferentes níveis, e trabalhar e divulgar metodologia científica com transparência. Destaca a importância da criação de redes de apoio de divulgadores, do cuidado com a saúde mental e do desenvolvimento de políticas públicas de divulgação científica. O texto conclui defendendo abordagens éticas, críticas e coletivas no enfrentamento da desinformação.

Palavras-chave: financiamento de projetos; editais; profissionalização da divulgação científica
Autores: Flávia Marques Ferrari; Clara Marques de Sousa; Érica Mariosa Moreira Carneiro; Ana Valéria Santos de Lourenço; Camila Silveira da Silva; Caroline Nascimento; Claudio Machado; Jéssica Dayane Nunes Pessôa; José Vinicio Archanjo Júnior; Julia Marcolan; Julio R. Sambrano; Maria de Fátima Costa Santos; Marcia Borin da Cunha; Patrícia Duringer Jacques; Sandra Freiberger Affonso; Tássio Eduardo Denker; Wandecleyt M.; Yanna Martins-Franco

O capítulo parte da introdução de relatos de experiências para discutir como iniciativas de divulgação científica podem conquistar visibilidade no ambiente digital. Analisa campanhas coletivas, uso estratégico das redes sociais e a importância da diversidade de projetos e formações dentro do grupo. O texto enfatiza o trabalho colaborativo, a criação de campanhas temáticas e a superação de bolhas informacionais. Destaca ainda os desafios impostos por algoritmos, plataformas e disputa por atenção, reforçando a internet como espaço central, mas complexo, para a divulgação científica.

Palavras-chave: institucionalização da divulgação científica; extensão universitária; reconhecimento profissional
Autores: Alexandre Moreira Santos; Graciele Almeida de Oliveira; Alexandre Borin; Mariella Patti; Marina Monteiro Mendonça; Natália Amarinho Nunes; Natasha Travenisk Hoff; Victor Guida

O capítulo discute acessibilidade a partir de relatos e reflexões do grupo de trabalho, enfatizando a transição do “fazer para” para o “fazer com” pessoas com deficiência. Analisa barreiras comunicacionais, sociais e atitudinais, problematizando a ideia de acessibilidade como simples checklist. O texto aborda a invisibilização das pessoas com deficiência, dialoga com dados da OMS e defende processos comunicativos inclusivos baseados em escuta ativa, planejamento e participação. A acessibilidade é apresentada como prática contínua e estruturante da divulgação científica.

Palavras-chave: Comunicação Científica. Público Alvo. Parcerias.
Autores: Camilo Leon

Um dos trabalhos relevantes da comunicação é sabermos o que queremos falar. No entanto, mais do que isso, é preciso compreender como falar com diferentes públicos alvos. Para isso, é necessário testar diferentes abordagens e mensagens para alcançar diferentes públicos. A escuta e a busca por diversidade de meios, que não se limitem ao mundo digital, além da importância de parcerias com influenciadores, personalidades e celebridades para alcançar novos públicos e a necessidade de traduzir a linguagem científica para torná-la mais acessível é um dos modos de levar a cabo nossa tarefa de comunicar.

Palavras-chave: divulgação da ciência, ensino de ciências, sequência didática
Autores: Claudia Almeida Fioresi,Marcia Borin da Cunha,Olga Maria Schimidt Ritter,Raquel Bertoldo,Diane Ferreira da Silva Dapieve

Apresentamos um relato de experiência de um projeto que levou para crianças uma sequência didática, cujo objetivo principal foi a troca de carta contendo questões sobre ciência entre as crianças e os cientistas.