Apresento aqui uma reflexão sobre minha experiência como mulher negra na física, área vista como espaço de inteligência superior e dificuldade. A partir disto, questiono como o conhecimento científico é construído de forma excludente e opressora para vários grupos. Proponho um espaço para repensarmos aquilo que é visto como normativo na ciência, desde comportamentos e formas de expressão até os próprios saberes valorizados. Por fim, aponto o resgate de conhecimentos expropriados e o diálogo com outras epistemologias para desconstruir a norma hegemônica.