Traçar diálogos entre ciência e arte, tecnologia e agroecologia nos espaços rurais são parte central da trajetória da Silo, uma organização com residências artísticas, laboratórios de experimentação, encontros feministas e uma escola popular que valoriza saberes tradicionais e populares. A partir da apresentação das práticas da Silo, aponto a importância de produzir registros e sistematizar essas experiências para inseri-las no universo formal da ciência, valorizando saberes locais e seus espaços de produção.