Trabalhos

Palavras-chave: Divulgação Científica na Rua. Divulgação científica presencial. Pergunte Cientista. Ciência Acessível. Via saber.
Autores: Renan Vinicius de Araújo, Lilian Soja.

Cinco cadeiras, cinco mesas, cinco cientistas e um sonho: que todo brasileiro converse pelo menos um cientista. Com essa proposta, o Pergunte a um(a) cientista tem a intuito de levar os cientistas pra rua e colocá-los frente a frente com qualquer pessoa que queira saber mais de ciência.

Palavras-chave: Blog de ciências. Comunicação pública da ciência. Ensino superior. Divulgação Científica.
Autores: João Vitor Venceslau de Almeida,Suzanne Cristina Sousa Pereyra,Matheus Lau Damasceno

A Divulgação Científica é uma atividade que pode contribuir para a disseminação das Ciências para diferentes públicos, dentre eles estudantes de graduação em biologia. Uma das ferramentas que possibilitam a realização da comunicação pública das Ciências são os blogs. Diante disso, este trabalho tem como objetivo identificar os principais elementos do projeto Box da Bio que podem contribuir para a promoção da Divulgação Científica entre graduandos em Ciências Biológicas. Para isso adotamos como metodologia a análise descritiva, em um estudo de caso. A partir de nossa análise identificamos os principais elementos que podem favorecer a disseminação do conhecimento científico, sendo eles: produções textuais, audiovisuais e jogos. Percebemos que o Box da Bio usou como estratégia a pluralidade de elementos na tentativa de alcançar seu público alvo. Tal pluralidade amplia as possibilidades para o desenvolvimento da Divulgação Científica.

Palavras-chave: Educação ambiental. Cultura oceânica. Divulgação científica. Cinema. Mar à Vista!.
Autores: Luana Carolina de Almeida Santos,Maria Villanova,Anna Karoline Azevedo Farias,Ana Cláudia Malhado

O projeto “Mar à Vista!” promove a educação ambiental e a conscientização sobre a cultura oceânica, especialmente entre crianças. Recentemente, o projeto desenvolveu um evento de destaque: promover uma experiência cinematográfica para crianças da rede pública do interior de Alagoas, residentes na Costa dos Corais, região central de suas atividades. Esta iniciativa visou proporcionar uma experiência única de aprendizado e entretenimento, trazendo o universo marinho para a tela grande. O evento incluiu a exibição de um filme produzido pelo projeto , retratando as maravilhas e desafios dos ecossistemas costeiros, de maneira lúdica e de fácil entendimento para as crianças. Além disso, os participantes puderam desfrutar de atividades complementares, como debates interativos, gincana e distribuição do material gráfico do projeto. Essa iniciativa fortaleceu a conscientização ambiental, valorizou a cultura local e promoveu a sensibilização para questões voltadas à cultura oceânica, criando um impacto positivo e duradouro nos municípios que participaram da ação.

Palavras-chave: Métricas, Redes Sociais, Representatividade Feminina
Autores: Luciane Wagner Dall’ Agnese,Kauana Alessandra dos Santos,Eria Alves Semensato,Henrico José Cornelio,Camila Silveira da Silva,Everton Bedin

O presente trabalho analisa o alcance da Divulgação Científica realizada pelo projeto de extensão “Meninas e Mulheres nas Ciências”, da Universidade Federal do Paraná, na rede social Instagram.

Palavras-chave: Astronomia. Extensão universitária. Divulgação científica. Observatório.
Autores: Isadora Parillo, Kelly Naomi Matsui, Marcos Vinicius Tomás Olegario.

Este relato destaca as iniciativas de divulgação científica realizadas no Observatório Dietrich Schiel, durante o período de 2022 e 2023, principalmente enquanto houve diversas restrições de ocupação do Observatório, devido às políticas sanitárias do campus durante a pandemia da COVID-19. Destaca-se seu impacto social e sua experiência como extensão universitária. Além disso, discute o importante papel dessas atividades em aproximar sociedade e universidade através da divulgação de astronomia.

Palavras-chave: Educação Inclusiva. Astronomia Cultural. Povos Indígenas Brasileiros. Constelações Táteis. Acessibilidade.
Autores: Ana Clara da Rocha e Silva,Pedro Celito Rocha,Flavia Pedroza Lima

O presente estudo tem como objetivo desenvolver materiais didáticos táteis que possam ser replicados em escolas, com foco na astronomia cultural dos povos indígenas brasileiros Tupi-Guarani. Para alcançar esse objetivo, utilizamos materiais acessíveis e de baixo custo, visando proporcionar uma experiência educacional inclusiva e enriquecedora. Os materiais produzidos incluem cartazes com constelações em alto relevo, empregando diversas texturas para representar os diferentes elementos: tecidos para animais, penas para aves e miçangas para estrelas. A metodologia envolveu a seleção cuidadosa de materiais para garantir a representatividade cultural e a acessibilidade, permitindo que pessoas cegas e com baixa visão possam explorar e aprender sobre as constelações indígenas. Os resultados deste estudo indicam que o material desenvolvido não só facilita a compreensão e a apreciação da astronomia cultural indígena, mas também promove a inclusão, a criatividade e a sensibilidade artística. O guia elaborado para os professores detalha como replicar esta atividade em sala de aula, garantindo que o conhecimento das constelações indígenas seja acessível a um público mais amplo e diversificado.

Palavras-chave: Atividades Lúdicas, Contação de Histórias, Mulheres Cientistas
Autores: Marcela Vitor Alvaro,Thaynara Flor Marques Conceição

Historicamente a participação feminina na ciência foi invisibilizada. Nesse sentido, surge a necessidade de propor práticas que divulguem e valorizem o protagonismo das mulheres na ciência, como propõe a oficina que será aqui apresentada.

Palavras-chave: cooperação, ensino-aprendizagem, saúde coletiva, jogo de tabuleiro
Autores: Sâmela Da Silva Santos,Larissa Zanetti Alves,Kaique Taylor Gripa dos Santos,Márcia Regina Holanda da Cunha,Priscilla Maria Cardoso Garone

A metodologia de gamificação possui a propriedade de transformar o ambiente de aprendizado, incentivando a participação ativa e o desenvolvimento de habilidades críticas. Visando promover o engajamento no ensino de saúde entre estudantes da rede pública de Vitória-ES, organizamos o “I Torneio Gamificado – Epidemia: Operação Capixaba”. Este projeto extensionista utilizou o jogo “Epidemia: Operação Capixaba”, desenvolvido pelos laboratórios BioInov@Tec e LaDiJ da Universidade Federal do Espírito Santo. Participaram deste trabalho, 45 estudantes do 7º ano, com idades entre 12 e 15 anos, divididos em equipes temáticas. O jogo consiste em um jogo de tabuleiro cooperativo, representado pelo mapa do Estado do Espírito Santo, onde os jogadores escolhem personagens com habilidades únicas para desenvolver curas e controlar 4 doenças que assolam o estado. Os participantes foram submetidos ao formulário MEEGA-KIDS e foi possível concluir que o torneio foi eficaz na educação em saúde pública, com 100% dos participantes considerando o jogo divertido e 83,5% entendendo seus objetivos educacionais, demonstrando que “Epidemia: Operação Capixaba” é um potente catalisador para a aprendizagem colaborativa.

Palavras-chave: mediação da ciência, regiões polares, transmídia
Autores: Sílvia Dotta,Sandra Freiberger Affonso,Flavia Sant´Anna Rios

Implementação de um programa transmidiático de divulgação das ciências polares e suas relações com as mudanças climáticas. Foram criados diferentes materiais para a divulgação e educação científica, como vídeos, podcasts, jogos, livros etc.

Palavras-chave: descrédito na ciência, divulgação científica, públicos
Autores: Chirlei Diana Kohls,Regiane Regina Ribeiro,Patricia Goedert Melo

Este trabalho discute o potencial de participação do cidadão na produção de conteúdos em um cenário de desinformação. O objeto empírico é a ação Pergunte aos Cientistas, da Agência Escola UFPR, que busca aproximar sociedade e ciência.

Palavras-chave: Covid-19, Teoria da Conspiração, YouTube
Autores: Dayane Machado, Giselle Soares Menezes Silva, Alexandre Fioravante de Siqueira, Leda Gitahy

Teorias da conspiração podem causar danos reais à sociedade e seus impactos podem ser ainda mais drásticos em circunstâncias de crise, como a pandemia de Covid-19. O trabalho investiga uma amostra de 198 vídeos produzidos por 21 canais brasileiros do YouTube previamente identificados como disseminadores de teorias da conspiração sobre a pandemia. A análise de conteúdo foi adotada como metodologia, utilizando os elementos do lead jornalístico como categorias. As principais teorias encontradas foram “Nova Ordem Mundial”, “Plandemia”, “Big Pharma”, “Perseguição a Bolsonaro” e “Marxismo Cultural”. Denominações ocultas, como “sistema” e “elite”, personalidades, mídia, governo e cientistas destacaram-se como atores. Entre os mecanismos citados nos vídeos sobressaem-se tecnologias como inteligência artificial e 5G e as vacinas contra a Covid-19. A maioria dos canais da amostra permanece ativa, apesar de as políticas de combate à desinformação sobre a Covid-19 terem sido implementadas há três anos pela plataforma. É preciso compreender a dinâmica das teorias da conspiração que circulam em plataformas amplamente utilizadas pela população brasileira para a identificação e o desenvolvimento de abordagens adequadas. Desse modo, o estudo demonstra estratégias consideradas efetivas para a mitigação desse problema e sugere possíveis recortes para futuras pesquisas.

Palavras-chave: Divulgação científica, Mulheres na divulgação científica, Popularização da ciência
Autores: Iris Moreira da Silva, Eduarda Martins Avancini, Carolina Lourenço Vailant, Viviana Borges Corte

A presente pesquisa visa analisar o impacto da produção da Exposição Cientistas Brasileiras: 90 anos de Niède Guidon na percepção dos estudantes da equipe sobre representatividade de gênero na divulgação científica. A pesquisa utiliza uma abordagem quali-quantitativa, combinando análise qualitativa de estudo de caso com investigação causal comparativa quantitativa. A coleta de dados foi realizada por meio de um formulário online com perguntas fechadas e abertas. Os resultados da pesquisa revelaram que, antes da exposição, a maioria dos participantes tinha um conhecimento prévio limitado sobre as cientistas homenageadas. Após a realização do projeto, observou-se um aumento no reconhecimento dessas cientistas. Além disso, os participantes destacaram a importância da representatividade feminina na divulgação científica e reconheceram a necessidade de projetos como esse.

Palavras-chave: Ciência. Tecnologia. Popularização e divulgação da ciência. Espaços não-formais.
Autores: Késia Kelly Vieira de Castro,Igor Pacífico Xavier da Silva,Michael Jackson Eneas da Silva,Jaciara Bizerra de Oliveira,Thiago Victor do Nascimento,Mônica Rodrigues De Oliveira

No presente trabalho, procurou-se refletir sobre o papel de projetos de extensão universitária que visam a popularização e divulgação da Ciência como elementos que podem contribuir significativamente no processo de letramento científico do público em geral do semiárido potiguar. Procurou-se também refletir também a respeito da educação não formal, ao mesmo tempo em que foram apresentadas as ações realizadas no projeto de extensão Ciência no Parque, que visa levar conhecimento científico a diversos espaços, tais como parques e praças públicas.

Palavras-chave: Geologia. Minerais. Rochas. Fósseis. Ensino Fundamental.
Autores: Andrea Sander, Patricia Duriger Jacques, Francisco Ferreira de Campos, Gabriel Guimaraes Facuri, Eliane Godoy Moreira, Angela Bellettini.

As geociências são fundamentais para a compreensão do planeta Terra e seus fenômenos. Entretanto os conhecimentos sobre o tema por alunos e professores do ensino fundamental mostram-se incompletos e fragmentados, em especial em escolas rurais e isoladas. Nesse sentido, o Serviço Geológico do Brasil criou o Programa SGBeduca, destinado a divulgação geocientífica. O objetivo desse trabalho é relatar a experiência do SGBeduca com a realização de cursos de atualização para cerca de 200 professores e oficinas de geociências para 750 alunos de localidades remotas, entre 2022 e o primeiro semestre de 2023. O relato mostra que o interesse por essas atividades é grande por parte de ambos os públicos e que essas atividades contribuem com o conhecimento dessa ciência.

Palavras-chave: Divulgação científica. Licenciatura. Currículo.
Autores: Maiza Moreira Ribeiro Martarole,Andrea Sander,PATRICIA DURINGER JACQUES

À medida que a sociedade continua a incorporar elementos tecnológicos e científicos em todos os âmbitos de seu funcionamento, a educação científica torna-se fator essencial para o efetivo exercício da cidadania. Nesse sentido, discentes de cursos de licenciatura apresentam um papel social importante, na medida em que tanto são responsáveis pela educação formal quanto são muitas vezes convocados a atuar em atividades de divulgação científica e em ambientes de educação não formal. Por isso, este trabalho teve como objetivo mapear a presença do tema da divulgação científica nos currículos de cursos de licenciatura em ciências biológicas de universidades públicas brasileiras. Apresentamos, como tendências gerais, a vinculação da divulgação científica à extensão e abordagens mais ligadas à prática que à reflexão teórica.

Palavras-chave: Disciplina de Pós-Graduação, Livro, Profissão
Autores: Elizabete Captivo Lourenco,Luciana de Moraes Costa,Helena de Godoy Bergallo

Apresentamos o processo de criação de uma disciplina de pós-graduação em 2018. Além, da produção de um produto derivado da disciplina, o livro “Divulgando Ciência: o que alguns cientistas fazem e como isso afeta a sua vida!”.

Palavras-chave: Evento, Divulgação científica, Histórico, dossiê
Autores: Ana de Medeiros Arnt; Carolina Frandsen Pereira da Costa; Eduardo Akio Sato; Erica Mariosa Moreira Carneiro; Alu Laurindo Vieira; Maurílio Bonora Junior; Samir de Deus Elian Andrade; Humberto Ribeiro de Souza; Roberto Takata; Luiz Bento

A primeira edição do Encontro Brasileiro de Divulgadores de Ciência (EBDC) foi planejada logo após o período mais crítico da pandemia de covid-19, como um espaço de troca e reencontro de profissionais que vinham atuando de maneira dispersa e intensa ao longo da crise sanitária. O evento ocorreu nos dias 27 e 28 de agosto de 2022, no Instituto Principia, em São Paulo (SP). segunda edição do EBDC foi a busca de aprofundar ainda sobre a divulgação científica brasileira a partir do combate à desinformação, aliado a temas em que o negacionismo e ações extremistas vêm agindo assertivamente: a saúde, a diversidade e o meio ambiente.

Palavras-chave: Divulgação científica; Representação; Cientista; Ciência; Anime.
Autores: João Vitor Soares Leite Lanzarini de Carvalho,Carla Almeida,Vanessa Brasil de Carvalho

Este estudo explora a representação do cientista e da ciência no anime Dr. Stone, empregando uma metodologia qualitativa e exploratória. Através da análise de conteúdo de 16 episódios selecionados, identificamos uma representação multifacetada do cientista, que desafia os estereótipos tradicionais ao apresentar o personagem principal, Senku, como um gênio heroico, mas humanizado e falível. A ciência, por sua vez, é retratada como uma força poderosa e benéfica, capaz de resolver desafios e melhorar a sociedade. Este trabalho sugere que Dr. Stone pode ser um recurso valioso para a divulgação científica, ao inspirar interesse e admiração pela ciência, mas também para desconstruir imagens cristalizadas sobre o cientista e o fazer científico, complexificando e qualificando a percepção pública da ciência.

Palavras-chave: Clube de ciências, Ecossistema autossustentável, educação não-formal
Autores: Bruna de Andrade Cordeiro,Juliana Di Beo,André Santanchè,Paula Dornhofer Paro Costa

Este estudo descreve o Clube da Ecosfera, um projeto educativo de longo prazo que visa despertar o interesse de crianças e adolescentes pelos ecossistemas, dando-lhes ferramentas científicas para compreenderem seus processos naturais.

Palavras-chave: Educação Inclusiva. Astronomia Cultural. Povos Indígenas Brasileiros. Constelações Táteis. Acessibilidade.
Autores: Ana Clara da Rocha e Silva,Pedro Celito Rocha,Flavia Pedroza Lima

O presente estudo tem como objetivo desenvolver materiais didáticos táteis que possam ser replicados em escolas, com foco na astronomia cultural dos povos indígenas brasileiros Tupi-Guarani. Para alcançar esse objetivo, utilizamos materiais acessíveis e de baixo custo, visando proporcionar uma experiência educacional inclusiva e enriquecedora. Os materiais produzidos incluem cartazes com constelações em alto relevo, empregando diversas texturas para representar os diferentes elementos: tecidos para animais, penas para aves e miçangas para estrelas. A metodologia envolveu a seleção cuidadosa de materiais para garantir a representatividade cultural e a acessibilidade, permitindo que pessoas cegas e com baixa visão possam explorar e aprender sobre as constelações indígenas. Os resultados deste estudo indicam que o material desenvolvido não só facilita a compreensão e a apreciação da astronomia cultural indígena, mas também promove a inclusão, a criatividade e a sensibilidade artística. O guia elaborado para os professores detalha como replicar esta atividade em sala de aula, garantindo que o conhecimento das constelações indígenas seja acessível a um público mais amplo e diversificado.

Palavras-chave: Ciência. Divulgação Científica. Desinformação. Telegram.
Autores: Dayane Machado,Giselle Soares,Alexandre Fioravante de Siqueira,Leda Gitahy

Plataformas digitais e aplicativos de mensagens estão entre as fontes de informação sobre ciência e saúde mais acessadas pelos brasileiros. Em 2023, o consumo de vídeos online alcançou 99,63% da população nacional. Nesse contexto, foram analisados vídeos do YouTube compartilhados entre os anos de 2017 e 2019 em um grupo do Telegram dedicado à promoção da chamada “Mineral Miracle Solution” (MMS), visando compreender como a ciência circula no aplicativo. Oitenta vídeos foram avaliados por meio de análise de conteúdo manual. Nem todos os vídeos disseminaram desinformações sobre saúde, mas 74% da amostra analisada sugeriram que se pautam pela ciência ao atribuir uma aparência científica ao seu conteúdo. Todos os vídeos que mencionaram instituições de pesquisa, por exemplo, o fizeram para validar algum tratamento alternativo “milagroso” ou criticar algum dos supostos “inimigos da saúde”, como parasitas, metais pesados e vacinas. A pesquisa demonstra que, apesar das políticas de moderação, conteúdos que desinformam sobre ciência e saúde, publicados entre cinco e sete anos atrás, ainda podem ser facilmente acessados pelo público e continuam sendo fonte de lucro para seus produtores.

Palavras-chave: Atividades Lúdicas, Contação de Histórias, Mulheres Cientistas
Autores: Marcela Vitor Alvaro,Thaynara Flor Marques Conceição

Historicamente a participação feminina na ciência foi invisibilizada. Nesse sentido, surge a necessidade de propor práticas que divulguem e valorizem o protagonismo das mulheres na ciência, como propõe a oficina que será aqui apresentada.

Palavras-chave: Divulgação Científica. Literatura Infantojuvenil. Neurodiversidade.
Autores: MARINA ASSIS FONSECA,Luciano da Silva Amorim,Míria Gomes De Oliveira

Apresentamos relato de experiência sobre o processo de escrita coletiva de livro infantil e juvenil acerca da neurodiversidade no âmbito do projeto de extensão da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado “Universidade das Crianças”. A partir de dez oficinas em torno da temática da saúde mental, realizadas junto a crianças de duas turmas do terceiro ano do ensino fundamental de uma escola pública em Belo Horizonte, foram levantadas perguntas e desenvolvidas pequenas narrativas e ilustrações pelas crianças. Este material, em convergência com as percepções registradas pelos membros do projeto (docentes, bolsistas de extensão e colaboradores), foi ponto de partida para a construção da história de Renata, protagonista que apresenta comportamentos associados ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade e que vive desafios tanto em casa, quanto na escola. Descreveremos as oficinas realizadas, bem como o processo de escrita coletiva, a partir das contribuições de pessoas com diferentes formações (Letras, Educação, Psicologia, Saúde e Cinema de Animação), apresentando resultados preliminares sobre a narrativa em curso e refletindo sobre este processo como oportunidade de formação e divulgação do tema, dando visibilidade especialmente à perspectiva das crianças co- autoras e refletindo sobre contribuições necessariamente sensíveis a diferentes abordagens para tratar da neurodiversidade.

Palavras-chave: Desinformação, divulgação científica, Pandemia
Autores: Erica Mariosa Moreira Carneiro,Maurílio Bonora Junior,Carolina Frandsen Pereira da Costa,Ana de Medeiros Arnt

Em março de 2020 foi lançado o Especial COVID-19 com informações sobre a pandemia. Ao todo foram 303 publicações com veiculação nacional e internacional. Neste trabalho aumentamos a visibilidade e reconhecimento no combate à desinformação.

Palavras-chave: Comunicação Pública da Ciência, Financiamento, Terceiro Setor, Editais, Captação de Recursos.
Autores: Willian Guimarães de Carvalho Costa, Mateus Vinicius Nascimento da Silva, José Vinicio Archanjo Junior, Juliana Maria Sampaio Furlani, Jane Raquel Silva de Oliveira, Juliana Fedoce Lopes

O Instituto Sua Ciência (ISC) é uma Organização da Sociedade Civil (terceiro setor) que tem como objetivos financiar a pesquisa brasileira e promover a comunicação pública da ciência. Para o desenvolvimento de suas ações, o ISC faz captação de recursos em distintas fontes de financiamento, sendo elas: doações de pessoas físicas; parcerias com pessoas jurídicas; e editais de chamada pública, tanto de organizações públicas quanto privadas. O presente trabalho tem como objetivo descrever as estratégias de captação de recursos adotadas pelo ISC, bem discutir alguns resultados de projetos e programas oriundos de cada uma dessas fontes de financiamento.

Palavras-chave: Física, Astronomia, Divulgação Científica, Experimentos, Pós-pandemia
Autores: Noelia Yesenia Rojas Cruz, Ana Carolina Buzelim dos Santos

O grupo de Astronomia da UFMG é um grupo de extensão voltado para a divulgação científica em astronomia. A divulgação é realizada de duas formas: primeiro, através do podcast e das redes sociais, com conteúdos sobre cientistas, notícias, filmes, livros e curiosidades da astronomia. Em segundo lugar, atendimentos presenciais, que incluem sessões no planetário móvel, onde é ministrada uma palestra e são mostradas projeções do céu, observações com telescópios e a oficina “Física Fácil”, que consiste em experimentos interativos cujo objetivo é explicar conceitos ligados à astronomia.

O estudo do caso visa mostrar como é feito o trabalho de extensão na física da Universidade Federal de Minas Gerais. Almeja-se, com isso, mostrar a importância do uso de experimentos para tirar a abstração e distância da física e da astronomia, tornando-as mais acessíveis para o público, o qual possui diferentes níveis de conhecimento na área. Por fim, pretende enfatizar a importância das observações astronômicas com telescópios, instrumentos estes que muitos não teriam acesso sem os eventos do grupo.

Palavras-chave: Museu virtual, Modelagem 3D, Divulgação Científica, Ciências Antárticas
Autores: Sílvia Dotta, Fabiana Rodrigues Costa Nunes, Juliana Braga, Matheus Argolo Lira, Sandra Freiberger Affonso

Este trabalho objetiva analisar metodologias para a produção de objetos 3D para a implementação de um museu virtual de ciências antárticas. O Museu Virtual 3D sobre Ciências Antárticas oferecerá duas formas de acesso ao acervo. A primeira permitirá que o usuário faça download dos objetos e possa imprimi-los em impressoras 3D. A segunda será o acesso interativo on-line, pelo qual o usuário poderá manipular os objetos, girando-os em todas as direções de um eixo XYZ. Foram modelados seis animais antárticos utilizando-se sculpt modeling, fotogrametria e tomografia. A comparação entre os processos permitiu identificar o tempo de produção, os recursos necessários, o conhecimento técnico e artístico, a facilidade de uso de softwares, a precisão alcançada nos resultados, a escalabilidade e a maleabilidade de cada método. Como resultado concluiu-se que a tomografia pode ser um método mais apropriado para modelar organismos microscópicos, o sculpt modeling é um processo mais lento e exige conhecimentos artístico e técnico e a fotogrametria é um método significativamente mais rápido e fácil de aplicar, favorecendo a produção em grande escala.

Palavras-chave: Desafios, museu., Raciocínio
Autores: Sabrina Camargo Zani,Pedro Henrique Zacharias Guidolim,Paula Dornhofer Paro Costa,André Santanchè

O projeto é uma série de oficinas de jogos matemáticos do acervo da organização Julia Robinson Mathematical Festival, criadas e aplicadas no Museu de Ciências da Unicamp por alunos do instituto de matemática com orientação de um professor.

Palavras-chave: Simulação Digital. Objetos de Aprendizagem. Mudanças Climáticas. Regiões Polares. Divulgação Científica.
Autores: Sílvia Dotta, Sandra Freiberger Affonso, André Luiz Belém, Edson Pimentel, Flavia Sant´Anna Rios.

A simulação digital em 3D Antártica: Testemunha do Tempo apresenta um recorte temporal das eras geológicas passadas, desde antes da existência da humanidade até o futuro. Foi desenvolvida para ser navegada na web e está disponível para todos os públicos, com o objetivo de popularizar o entendimento e fomentar discussões científicas sobre as mudanças climáticas. Por meio de uma abordagem interativa, diversos cenários foram criados, utilizando o continente antártico como referência, a fim de explicar as mudanças globais. Esses cenários levam o usuário a perceber como as atividades humanas, especialmente nas últimas duas centenas de anos, estão impactando o clima do planeta atualmente e simulando possíveis cenários futuros. O desenvolvimento desses cenários foi possível devido à existência de estudos científicos que fornecem dados de referência sobre o assunto, os quais devem ser amplamente divulgados, contribuindo assim para a disseminação de uma cultura científica mais abrangente e acessível.

Palavras-chave: Educação Ambiental. Entomologia. Insetos. Polinização. Biodiversidade.
Autores: Joana da Rocha Matos

O projeto “Vivência com Inseto” iniciado em 2022, tem como objetivo promover a educação ambiental por meio da entomologia. Idealizado e coordenado pela autora deste relato, o projeto desmistifica e celebra o universo dos insetos de maneira envolvente e lúdica, baseado na experiência adquirida durante a universidade. A revisão da literatura destaca a importância dos insetos nos ecossistemas, incluindo polinização, decomposição de matéria orgânica e regulação de populações de outras espécies, além de sua relevância cultural. A metodologia do projeto envolve atividades práticas, como oficinas e exposições, utilizando microscópios e materiais reutilizáveis, com o apoio da Universidade do Grande Rio e da Secretaria de Meio Ambiente de Nova Iguaçu. Em 2023, o projeto alcançou 5000 alunos e ampliou seu impacto através de parcerias e reconhecimento público. Os resultados confirmam a eficácia do projeto em aumentar a conscientização e o interesse pela entomologia e pela preservação ambiental, destacando a importância dos insetos para o equilíbrio ecológico e cultural.

Palavras-chave: ciência, concepção, modelo
Autores: Marcelo Pereira,Cristofane da Silveira Queiroz

Este trabalho analisa concepções de divulgação científica e de extensão universitária a partir de uma retrospectiva histórico-conceitual para comparar os paradigmas que orientaram e orientam uma e outra.

Palavras-chave: Ciências Farmacêuticas, comunicação, Popularização da ciência
Autores: Catarina Raposo Dias Carneiro,Gabriel da Silva Cordeiro,Ana Beatriz de Souza Carvalho,Marina Gasparotto de Andrade,Patricia Costa Schultz Pereira

Resumo: O projeto “Popularização da Ciência e Tecnologia com Foco em Ciências Farmacêuticas” criou a Assessoria de Comunicação da FCF/UNICAMP como uma comissão permanente. Iniciou e está aprimorando ações de divulgação e diálogo com a sociedade.